terça-feira, dezembro 09, 2014
sexta-feira, dezembro 05, 2014
Treinador maior do que a equipa
14 de Janeiro de 2011 20:01
Através do tempo, o treinador sempre foi visto como alguém quase sobrenatural. Técnico, professor e feiticeiro. Chapman, Stein, Herrera, Michels, Kovacs... Todos treinadores para a eternidade. Recordamos os seus nomes, recordamos as suas equipas. Mourinho também se tornou um treinador imortal. Venceu a Bola de Ouro para melhor treinador do ano e, mais sublime ainda, será muito provavelmente considerado o melhor treinador de sempre. Mas, sendo esta constatação cada vez mais pacífica, como é possível então que o melhor treinador do mundo não tenha treinado a equipa considerada, também unanimemente, como a melhor do mundo? Um paradoxo que foge à simples lógica do resultado.
Olhando todos aqueles treinadores que marcaram a história, todos deixaram uma marca na evolução do jogo. Ou seja, é fácil identificá-los com uma ideologia própria de jogo. Do «WM» ao Catenaccio, do “Futebol-Total” até mesmo ao “tiki-taka” do actualBarça de Guardiola. Em Mourinho, porém, não é possível distinguir uma filosofia única de jogo. Isto é, não existe uma forma comum das suas equipas jogarem. FC Porto, Chelsea, Inter e Real Madrid, cada qual tem um estilo e expressão diferente, que muda, inclusive, de jogo para jogo. Pode-se, em termos técnicos, falar no primado da organização defensiva e das transições rápidas, mas, todas valem sobretudo pelo seu lado mais estratégico. Depois de estudar a idiossincrasia futebolística onde está, Mourinho molda a sua filosofia de jogo.
O seu próprio FC Porto, teve duas caras em duas épocas sucessivas (do 4x3x3 para o 4x4x2) moldando um upgrade táctico a meio-campo que o levou a triunfar internacionalmente. Em Inglaterra, o seu Chelsea marcou a diferença pela forma evoluída de defender em contraste com o tradicional futebol inglês. Tal marca de distinção seria impossível em Itália, pátria do “defensivismo”. Por isso, o seu Inter foi uma equipa de estratégia, dupla-personalidade dos relvados internos para os internacionais, capaz de pressionar alto e jogar em contra-ataque ao mesmo tempo. Muda mesmo de jogo para jogo frente ao mesmo adversário (recorde-se os jogos com o Barcelona).
Espanha é outra realidade. Do outro lado estão os “reis” do futebol bonito, técnica e passe. O Barcelona é um produto ideológico acabado que nasceu antes de Guardiola e continuará depois dele. Mourinho não sonha em fundar outra ideologia que eternize a sua passagem por Madrid. Pelo contrário, apenas tem o projecto de ganhar. A forma como tentará, será a mais adequada em função do adversário.
Quando Mourinho questiona a capacidade de outros grandes treinadores fazer o mesmo em clubes diferentes, está, no fundo, a questionar se a tão elogiada ideologia de Guardiola será capaz de triunfar noutro contexto, adaptando-se a ele até o transformar, como Mourinho fez nos diferentes países por onde passou. Por isso, ele é hoje o expoente máximo do “treinador da estratégia”, ideologicamente híbrido. Ficará na história não pela forma de jogar das suas equipas, mas pelo poder estratégico, tacticamente “camaleónico” e, noutro plano, pelo estilo de liderança e imagem sedutora (no passado, o único com sensibilidade semelhante foi Herrera, anos 60). A diferença é que daqui a 20 ou 30 anos, lá para 2040, quando recordarmos esta época, vamos recordar o futebol mágico do Barcelona, vamos recordar Mourinho mas não vamos recordar como jogava a…sua equipa. Vamos apenas recordar o seu treinador, muito maior (na estratégia, comunicação e imagem) do que onze jogadores. Só assim é possível que a equipa do ano em 2010 seja diferente da do treinador do mesmo ano.
Por qualquer clube por onde passa, Mourinho sempre foi maior do que as equipas que treinou, por mais que elas ganhem, por mais estrelas que elas tenham. Nunca nenhum treinador na história do futebol conseguira esta proeza. É o fim das grandes ideologias no futebol moderno?
OPINIÃO/VISÃO DO COACH
24-11-2014 15:22
Treinador que dá autonomia às equipas mas que quer controlar
Por Rui Lança sapodesporto@sapo.pt
Nos últimos dias tenho trocado várias opiniões com uma série de treinadores e pesquisadores na área das equipas desportivas, atletas e metodologia do treino. As discussões mais modernas andam muito em redor da autonomia e flexibilidade dos modelos ou planos das equipas, impostos, claro está, pelos seus treinadores.
A disposição das equipas nos seus jogos vai evoluindo cada vez mais para uma disposição menos fixa e mais variável. Dando mais liberdade aos seus atletas para decidirem à sua mercê…mediante um filtro. E este filtro pode ser menor ou maior consoante o grau de liberdade que os treinadores queira disponibilizar aos seus atletas e mediante…o controlo que consegue ter nesse risco de doar a tal liberdade.
A discussão anda em redor de treinadores que potenciam os seus atletas a executar e / ou a pensar. E não há o melhor dos dois mundos. Sabemos que no desporto como em qualquer outra área de mercado, colaboradores ou jogadores com autonomia, aumentam as hipóteses de tomarem boas opções mas também que a flexibilidade dada aos jogadores pode trazer tomadas de decisão muito díspares. A questão para os treinadores será…como dosear a autonomia e continuar a controlar a sua equipa e quase todos os jogadores?
Acredito que não existam medidas rígidas e corretas para todas as realidades e contextos. Cada caso é um caso diferente e cabe ao treinador quantificar e qualificar como é que os seus jogadores são capaz de assumir individual e coletivamente esta responsabilidade.
Acredito muito que esta será a discussão de um futuro próximo no desporto. As equipas a ficarem mais ‘indicisplinadas’ no campo e perceber como o treinador pode continuar a controlar e dominar o que se passa em campo. Não apenas com os melhores exercícios e melhores jogadores, mas haverá um mecanismo que o faça estar menos dependente da imaturidade na tomada de decisão de algum jogador.
Certamente todos os treinadores se encaixam num destes quadrantes quando os cruzamos num modelo entre a autonomia das equipas e na perda de controlo por parte do treinador. Onde estará Lopetegui? Jorge Jesus? Rui Vitória? Marco Silva? Quais as vantagens de os caracterizar neste modelo? Existirá uma relação (mais direta ou mediada) entre o seu perfil neste modelo e a forma como gostam que as suas equipas joguem. Vamos descobrir mais e partilhar aos poucos.
Resultados e Marcadores (6 e 7 de Dezembro)
Publicado: 2014-12-05 12:19:46 | Actualizado: 2014-12-05 12:44:54
Por: RTP Açores
Acompanhe a participação das equipas açorianas nos campeonatos nacionais. O nosso futebol em destaque.
Segunda Liga Portuguesa 2014/2015
18ª Jornada
SANTA CLARA – LEIXÕES 07-12-2014 15:00
Camp. Nacional Seniores Série H 2014/2015
12ª Jornada
LOULETANO - ANGRENSE 07-12-2014 14:00
PRAIENSE - REGUENGOS 07-12-2014 15:00
OPERÁRIO – LUSITANIA VRSA 07-12-2014 15:00
Liga Meo Açores 2014/2015
11ª Jornada
MARÍTIMO GRACIOSA - RABO PEIXE 06-12-2014 15:30
BOAVISTA RIB. - GUADALUPE 06-12-2014 15:30
FLAMENGOS - VALE FORMOSO 07-12-2014 13:45
BARREIRO – LUSITANIA 07-12-2014 15:00
PRAINHA – SP. IDEAL 07-12-2014 15:00
18ª Jornada
SANTA CLARA – LEIXÕES 07-12-2014 15:00
Camp. Nacional Seniores Série H 2014/2015
12ª Jornada
LOULETANO - ANGRENSE 07-12-2014 14:00
PRAIENSE - REGUENGOS 07-12-2014 15:00
OPERÁRIO – LUSITANIA VRSA 07-12-2014 15:00
Liga Meo Açores 2014/2015
11ª Jornada
MARÍTIMO GRACIOSA - RABO PEIXE 06-12-2014 15:30
BOAVISTA RIB. - GUADALUPE 06-12-2014 15:30
FLAMENGOS - VALE FORMOSO 07-12-2014 13:45
BARREIRO – LUSITANIA 07-12-2014 15:00
PRAINHA – SP. IDEAL 07-12-2014 15:00
quinta-feira, dezembro 04, 2014
quarta-feira, dezembro 03, 2014
SANTA CLARA
Filipe Gouveia confirmado no comando do Santa Clara
Publicado ontem às 18:30
Filipe Gouveia foi apresentado como o novo treinador do Santa Clara, com um contrato até ao final da época.
A contratação do técnico Filipe Gouveia por um ano surge depois do Santa Clara ter chegado finalmente a acordo com o técnico Cláudio Braga, dispensado das suas funções há quase um mês.
Na apresentação, o novo treinador do clube açoriano disse querer "atitude" antes de "qualidade" por parte dos jogadores, depois de ter orientado o primeiro treino da equipa.
"No meu Santa Clara tem de estar tudo dentro de campo, têm de deixar a pele. Por vezes, a qualidade vem depois da atitude. Obviamente que eu sou um treinador que gosto de ter bola, isso não escondo", admitiu o técnico de 41 anos, em conferência de imprensa no Estádio de São Miguel.
Filipe Gouveia viajou para os Açores acompanhado pelo adjunto Pedro Franco com a missão de tirar a equipa dos últimos lugares da classificação (no 21.º lugar, o último que garante a permanência).
"Neste momento, penso que o mais importante passa por irmos o mais rapidamente possível para um patamar estável na tabela classificativa, para, a seguir, reformularmos os objetivos e vermos o que é possível fazer de melhor para o clube", admitiu.
Na apresentação, o novo treinador do clube açoriano disse querer "atitude" antes de "qualidade" por parte dos jogadores, depois de ter orientado o primeiro treino da equipa.
"No meu Santa Clara tem de estar tudo dentro de campo, têm de deixar a pele. Por vezes, a qualidade vem depois da atitude. Obviamente que eu sou um treinador que gosto de ter bola, isso não escondo", admitiu o técnico de 41 anos, em conferência de imprensa no Estádio de São Miguel.
Filipe Gouveia viajou para os Açores acompanhado pelo adjunto Pedro Franco com a missão de tirar a equipa dos últimos lugares da classificação (no 21.º lugar, o último que garante a permanência).
"Neste momento, penso que o mais importante passa por irmos o mais rapidamente possível para um patamar estável na tabela classificativa, para, a seguir, reformularmos os objetivos e vermos o que é possível fazer de melhor para o clube", admitiu.
O treinador, que na época passada foi técnico principal do Salgueiros 08, foi anteriormente adjunto de Pedro Emanuel na Académica, depois de uma carreira enquanto jogador profissional em clubes como Belenenses e Boavista.
O presidente do Santa Clara, Mário Batista, antevê que Filipe Gouveia "será um dos grandes treinadores dos próximos tempos" e está confiante que a equipa vai ultrapassar este momento menos bom.
"Para nós, é um dia particularmente feliz porque é a viragem do nosso ponto de vista de um novo ciclo com um treinador que nós consideramos à imagem deste clube, que revela muita ambição, garra e dedicação", afirmou Mário Batista.
Entretanto, a direção do clube rescindiu com o treinador em funções, Pedro Bermonte, que segundo o presidente da formação açoriana " entendeu que não é o momento certo para dar um passo atrás", tendo em conta que liderou a equipa durante os últimos cinco jogos.
O presidente do Santa Clara, Mário Batista, antevê que Filipe Gouveia "será um dos grandes treinadores dos próximos tempos" e está confiante que a equipa vai ultrapassar este momento menos bom.
"Para nós, é um dia particularmente feliz porque é a viragem do nosso ponto de vista de um novo ciclo com um treinador que nós consideramos à imagem deste clube, que revela muita ambição, garra e dedicação", afirmou Mário Batista.
Entretanto, a direção do clube rescindiu com o treinador em funções, Pedro Bermonte, que segundo o presidente da formação açoriana " entendeu que não é o momento certo para dar um passo atrás", tendo em conta que liderou a equipa durante os últimos cinco jogos.
terça-feira, dezembro 02, 2014
segunda-feira, dezembro 01, 2014
Carta aberta aos jogadores do C.F. “Os Belenenses”
Tu não sabes a sorte que tens.
Não sabes a sorte que tens em puder vestir a camisola azul da Cruz de Cristo, camisola de Vicente, Matateu e José António.
Não sabes quantos de nós daríamos a vida para poder pisar o Restelo com essa camisola vestida.
Tu tens sorte!
Não sabes quantos de nós daríamos a vida para poder pisar o Restelo com essa camisola vestida.
Tu tens sorte!
Eu trocava facilmente um pulo na bancada depois de um golo pelo tirar da camisola e o bater da palma da mão no peito no outro lado da grade, trocava o convívio antes dos jogos pela concentração no balneário e trocava, por último, o conforto do meu banco no Restelo pelo sangue, suor e lágrimas da minha posição em campo.
Muitos de nós não tiveram a sorte que tu tiveste, infelizmente. Mas não é por isso que sofremos menos que tu.
Para nós, o Belenenses é tudo!
Para nós, o Belenenses é tudo!
Não ganhamos nenhum título em futebol sénior desde 89/90 , há quase 1/4 de século, mas não é por isso que mudamos de clube.
Eu, por exemplo, em toda a minha vida, nunca vi o Belenenses ganhar nada, mas nunca desisti de lutar por isso.
Essa falta de títulos não nos afasta do clube, sabes? Pode-nos entristecer, magoar, mas afastar nunca. Muito provavelmente, se o Belenenses não existisse, a nossa vida seria muito mais triste. Sem romaria aos fins-de-semana, sem tema de conversa na semana, sem aquele nervoso dos jogos.
Somos um clube nacional, não regional como os neo-clubes que apareceram, entendes isso?
Eu, por exemplo, em toda a minha vida, nunca vi o Belenenses ganhar nada, mas nunca desisti de lutar por isso.
Essa falta de títulos não nos afasta do clube, sabes? Pode-nos entristecer, magoar, mas afastar nunca. Muito provavelmente, se o Belenenses não existisse, a nossa vida seria muito mais triste. Sem romaria aos fins-de-semana, sem tema de conversa na semana, sem aquele nervoso dos jogos.
Somos um clube nacional, não regional como os neo-clubes que apareceram, entendes isso?
Luta e dá tudo, por nós, pelo Belenenses , por todos os antepassados que passaram no nosso clube e também por aqueles que tiveram gosto em nos fazer sócios desta enorme instituição.
Onde fores jogar, nós vamos lá estar.
Tu tens nos teus pés, a oportunidade de mostrar que o Belenenses está vivo, tens nos pés a oportunidade de honrar as conquistas, os troféus, o nosso nome tão nobre e Leal.
Tu tens nos teus pés, a oportunidade de mostrar que o Belenenses está vivo, tens nos pés a oportunidade de honrar as conquistas, os troféus, o nosso nome tão nobre e Leal.
Enquanto nós existirmos, o Belenenses não acabará. Vais jogar a qualquer estádio deste país está lá sempre um cantinho onde nós estamos. Queres mais apoiantes? Chama-os, cativa-os, faz por isso.
Juntos conseguiremos fazer coisas grandes, coisas bonitas. Basta querermos.
Um remate teu, é um grito nosso, um passe, um cântico, um festejo, uma euforia.
Um remate teu, é um grito nosso, um passe, um cântico, um festejo, uma euforia.
Juntos somos o Belenenses .
Nós temos a voz, tu as pernas , não nos deixes ficar mal, e morre em campo por este símbolo, pois acredita que faríamos o mesmo na bancada .
Nós temos a voz, tu as pernas , não nos deixes ficar mal, e morre em campo por este símbolo, pois acredita que faríamos o mesmo na bancada .
Francisco Diogo da Costa Cabrita,
Socio 7208
Socio 7208
Santa Clara obtém primeira vitória em casa
Santa Clara obtém primeira vitória em casa
Publicado: 2014-11-30 22:16:42 | Actualizado: 2014-11-30 22:16:42
Por: RTP Açores
Foto: Acácio Mateus
João Ventura abriu o marcador à meia-hora de jogo
Encarnados receberam e derrotaram o Marítimo B em partida da 16.ª jornada do campeonato. Operário, Praiense e Angrense também venceram.
O Santa Clara estreou-se a ganhar em casa para o campeonato da II Liga, época 2014/15, à 16.ª jornada, ao oitavo desafio disputado no seu reduto. A formação de Ponta Delgada recebeu e derrotou o Marítimo B por 2-0, colocando um ponto final num jejum de vitórias que durou três meses.
Apesar de estar pressionado a ganhar, o Santa Clara entrou personalizado no encontro e ameaçou a baliza contrária por duas vezes. Na primeira, João Ventura acertou na trave com um toque subtil do guarda-redes pelo meio e na segunda Ely falhou o golo de forma escandalosa, depois de se isolar pela esquerda.
Coube a João Ventura inaugurar o marcador, à passagem da meia-hora, fazendo o que Ely não tinha feito anteriormente, resultado que foi sentenciado por Ruizinho na conversão de uma grande penalidade, na recarga, sensivelmente a meio da segunda parte.
Se o Santa Clara regressou aos triunfos três meses depois da última vitória para o campeonato, no nacional de seniores as equipas açorianas somam e seguem. O Operário foi à Quarteira bater o Quarteirense por 1-0, segurando assim o primeiro lugar na série H, enquanto o Praiense mantém-se em terceiro depois de derrotar o Ferreiras por 2-1. O Angrense é quarto e em domingo de aniversário bateu o Aljustrelense por 1-0.
Acácio Mateus
O novo treinador do Santa Clara assistiu hoje à vitória da equipa sobre o Marítimo B.
Filipe Gouveia sucede a Braga
Publicado: 2014-11-30 22:16:20 | Actualizado: 2014-11-30 22:16:20
Por: RTP Açores
Foto: Acácio Mateus
Filipe Gouveia tomou notas durante o jogo
O novo treinador do Santa Clara assistiu hoje à vitória da equipa sobre o Marítimo B.
Filipe Gouveia, 41 anos, é o treinador escolhido pela SAD do Santa Clara para suceder a Cláudio Braga no comando técnico dos encarnados de Ponta Delgada. O treinador assistiu na tribuna presidencial à vitória da equipa sobre o Marítimo B.
A estreia de Filipe Gouveia está agendada para o próximo domingo, 7 de Dezembro, quando o Santa Clara voltar a jogar perante os seus adeptos diante do Leixões. Com ele também chega o adjunto sérgio Carvalho.
O novo treinador dos insulares estava sem clube e a última equipa que treinou foi o Salgueiros 08. Anteriormente tinha sido adjunto de Pedro Emanuel na Académica.
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