segunda-feira, fevereiro 13, 2012
sexta-feira, fevereiro 10, 2012
Quatro na corrida por uma vaga
Prainha é a única equipa que depende de si para confirmar o quarto lugar
Série Açores de futebol entra nas últimas três jornadas com apenas uma vaga que confere direito à manutenção directo. E na perseguição ao lugar em aberto estão quatro equipas. O Prainha é o actual detentor da posição.
Quatro equipas estão na corrida pela conquista do quarto lugar na série Açores de futebol, a última vaga que confere direito à manutenção directa, desiderato que Prainha, Sporting Guadalupe, Boavista e Sporting Ideal almejam, embora com probabilidades diferentes de sucesso.
Com os três lugares do pódio entregues a Lusitânia, Santiago e Praiense, resta apenas uma posição no grupo da frente que mais importante do que colocar uma formação na luta pela subida à II divisão, permite a quem a alcançar celebrar a permanência na série Açores. E é atrás desse objectivo que correm quatro formações nas três jornadas que restam da fase regular.
À entrada para a recta final o Prainha é quem está melhor posicionado pois ocupa o quarto posto com 23 pontos, com três de vantagem sobre Sporting Guadalupe e Boavista. Mais atrás segue o Sporting Ideal, com 16 pontos, pelo que matematicamente ainda é possível aos leões da Ribeira Grande almejarem a manutenção na primeira fase.
Mas as três rondas que faltam prometem dar que falar pois estão reservados confrontos directos entre opositores directos, como seja já na próxima jornada a recepção do Boavista ao Sporting Guadalupe. O Prainha não terá tarefa fácil, em casa, frente ao Santiago e o Sporting Ideal recebe o Fayal Sport.
Na penúltima jornada há novo confronto directo, desta vez entre Sporting Guadalupe e Prainha. Boavista e Sporting Ideal terão difíceis testes pela frente pois medirão forças com o Santiago e Praiense, respectivamente. Se tudo ficar para decidir na última ronda, o Boavista, que recebe o Águia, poderá ter ligeira vantagem. Já o Prainha recebe o Praiense, o Sporting Guadalupe desloca-se a Água de Pau para defrontar o Santiago e o Sporting Ideal joga na Terceira, frente ao Lusitânia.
Série Açores de futebol entra nas últimas três jornadas com apenas uma vaga que confere direito à manutenção directo. E na perseguição ao lugar em aberto estão quatro equipas. O Prainha é o actual detentor da posição.
Quatro equipas estão na corrida pela conquista do quarto lugar na série Açores de futebol, a última vaga que confere direito à manutenção directa, desiderato que Prainha, Sporting Guadalupe, Boavista e Sporting Ideal almejam, embora com probabilidades diferentes de sucesso.
Com os três lugares do pódio entregues a Lusitânia, Santiago e Praiense, resta apenas uma posição no grupo da frente que mais importante do que colocar uma formação na luta pela subida à II divisão, permite a quem a alcançar celebrar a permanência na série Açores. E é atrás desse objectivo que correm quatro formações nas três jornadas que restam da fase regular.
À entrada para a recta final o Prainha é quem está melhor posicionado pois ocupa o quarto posto com 23 pontos, com três de vantagem sobre Sporting Guadalupe e Boavista. Mais atrás segue o Sporting Ideal, com 16 pontos, pelo que matematicamente ainda é possível aos leões da Ribeira Grande almejarem a manutenção na primeira fase.
Mas as três rondas que faltam prometem dar que falar pois estão reservados confrontos directos entre opositores directos, como seja já na próxima jornada a recepção do Boavista ao Sporting Guadalupe. O Prainha não terá tarefa fácil, em casa, frente ao Santiago e o Sporting Ideal recebe o Fayal Sport.
Na penúltima jornada há novo confronto directo, desta vez entre Sporting Guadalupe e Prainha. Boavista e Sporting Ideal terão difíceis testes pela frente pois medirão forças com o Santiago e Praiense, respectivamente. Se tudo ficar para decidir na última ronda, o Boavista, que recebe o Águia, poderá ter ligeira vantagem. Já o Prainha recebe o Praiense, o Sporting Guadalupe desloca-se a Água de Pau para defrontar o Santiago e o Sporting Ideal joga na Terceira, frente ao Lusitânia.
quinta-feira, fevereiro 09, 2012
Madalena em gestão até às eleições
Presidente da Assembleia Geral, Ernesto Ferreira, confirmou a continuidade em funções
Órgãos Sociais reuniram-se após a demissão do presidente, Nogueira de Castro, e optaram por se manter no activo até Abril. Clube será gerido por uma comissão de gestão.
Os Órgãos Sociais do Madalena vão manter-se em funções até ao acto eleitoral que está marcado para o próximo mês de Abril. Foi esta a decisão que saiu da reunião de segunda-feira à noite na sequência da demissão apresentada pelo presidente, Nogueira de Castro, devido a questões pessoais.
O clube será gerido até lá por uma comissão de gestão liderada pelo vice-presidente Luís Silveira que terá a incumbência de assegurar o normal funcionamento da colectividade que disputa o campeonato da II divisão, zona Centro. A decisão de se manterem em funções recolheu a unanimidade dos votos.
O presidente da Assembleia Geral, Ernesto Ferreira, confirmou a decisão. «As eleições serão no início do mês de Abril e os Órgãos Sociais mantêm-se em funções até à tomada de posse dos novos titulares que serão eleitos no futuro acto eleitoral. A decisão foi por unanimidade dos presentes pelo que o clube será gerido por uma comissão de gestão nos próximos dois meses», referiu.
Treinadores de futebol.
COMUNICADO OFICIAL
N.: 261
DATA: 2012.02.02
CÉDULA DE TREINADOR DE DESPORTO
O Decreto-Lei nº 248-A/2008, de 31 de Dezembro, estabelece que “é condição
de acesso ao exercício da actividade de treinador de desporto a obtenção de
cédula de treinador de desporto”.
Determina o mesmo documento legislativo que a emissão e renovação desta
cédula compete ao Instituto do Desporto de Portugal (IDP).
Assim, comunica-se a todos os treinadores de Futebol e Futsal que, nos termos
desse Decreto-Lei, acedam à plataforma PRODESPORTO do IDP, no sítio desta
entidade na Internet, de modo a fazerem o seu registo na base de dados da
Administração Pública Desportiva.
O registo efectuado dar-lhes-á então acesso, contra pagamento, à respectiva
cédula de treinador de desporto.
Este processo decorre até 31 de Maio de 2012.
Pel’ A Direcção
P.S. Não esquecer que a partir do dia 31 de maio de 2012, quem não fizer obtenção da cédula de treinador deixa de o se-lo, sendo obrigado a tirar novamente o curso.
Medina
N.: 261
DATA: 2012.02.02
CÉDULA DE TREINADOR DE DESPORTO
O Decreto-Lei nº 248-A/2008, de 31 de Dezembro, estabelece que “é condição
de acesso ao exercício da actividade de treinador de desporto a obtenção de
cédula de treinador de desporto”.
Determina o mesmo documento legislativo que a emissão e renovação desta
cédula compete ao Instituto do Desporto de Portugal (IDP).
Assim, comunica-se a todos os treinadores de Futebol e Futsal que, nos termos
desse Decreto-Lei, acedam à plataforma PRODESPORTO do IDP, no sítio desta
entidade na Internet, de modo a fazerem o seu registo na base de dados da
Administração Pública Desportiva.
O registo efectuado dar-lhes-á então acesso, contra pagamento, à respectiva
cédula de treinador de desporto.
Este processo decorre até 31 de Maio de 2012.
Pel’ A Direcção
P.S. Não esquecer que a partir do dia 31 de maio de 2012, quem não fizer obtenção da cédula de treinador deixa de o se-lo, sendo obrigado a tirar novamente o curso.
Medina
terça-feira, fevereiro 07, 2012
Nogueira de Castro demite-se
Presidente colocou a família em primeiro lugar
Presidente do Madalena abandonou o cargo devido a questões pessoais. Mandato terminava em abril mas entendeu não estarem reunidas condições para se manter em funções até ao ato eleitoral.
O presidente do Madalena, Nogueira de Castro, apresentou a demissão do cargo alegando motivos pessoais que não lhe permitiriam dispensar toda a atenção que o clube necessita no momento, pois as questões do foro familiar têm prioridade.
A demissão de Nogueira de Castro apanhou muita gente de surpresa mas o presidente demissionário entende ser esta a melhor opção, até porque poderá estar ausente da ilha do Pico ao longo das próximas semanas. O restante elenco diretivo vai reunir-se para decidir que rumo tomar em relação ao futuro.
Em cima da mesa estão duas possibilidades: manterem-se em funções até abril próximo, mês em que a atual direção termina o mandato para que foi eleita, ou convocar eleições antecipadas. Seja qual for, um novo rosto terá de se perfilar para a presidência.
Presidente do Madalena abandonou o cargo devido a questões pessoais. Mandato terminava em abril mas entendeu não estarem reunidas condições para se manter em funções até ao ato eleitoral.
O presidente do Madalena, Nogueira de Castro, apresentou a demissão do cargo alegando motivos pessoais que não lhe permitiriam dispensar toda a atenção que o clube necessita no momento, pois as questões do foro familiar têm prioridade.
A demissão de Nogueira de Castro apanhou muita gente de surpresa mas o presidente demissionário entende ser esta a melhor opção, até porque poderá estar ausente da ilha do Pico ao longo das próximas semanas. O restante elenco diretivo vai reunir-se para decidir que rumo tomar em relação ao futuro.
Em cima da mesa estão duas possibilidades: manterem-se em funções até abril próximo, mês em que a atual direção termina o mandato para que foi eleita, ou convocar eleições antecipadas. Seja qual for, um novo rosto terá de se perfilar para a presidência.
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
2º Campeonato do Mundo de Atletismo para Atletas com Síndrome de Down
Na Terceira de 15 a 21 de Maio
O 2.º Campeonato do Mundo de Atletismo para Atletas com Síndrome de Down vai decorrer na Terceira de 15 a 21 de Maio.
Para além da Delegação de Portugal, vão participar 17 delegações compostas por 167 atletas de outros países.
Recorde-se que a atleta picoense Maria João Silva conquistou em 2010 dois títulos no 1º Campeonato de Atletismo para Pessoas com Síndrome de Down que teve lugar no México.
Cláudia Cardoso, secretária regional da Educação e Formação, assinou ontem o protocolo de colaboração entre o Governo dos Açores e a Associação Nacional de Desporto para a Deficiência Intelectual.
A secretária salientou que “o potencial do desporto como fenómeno de inclusão é inequívoco” e que nos Açores tem sido “feita uma caminhada inédita ao nível do desporto adaptado”.
P.S. Não esquecer que a campeã mundial Maria João Silva é da Ilha do Pico.
Medina
Candelária vence Paço de Arcos
Vitória deixa equipa mais perto do segundo lugar.
O Candelária recebeu esta noite o Paço de Arcos em jogo da décima quarta jornada da primeira divisão de Hoquei em Patins.
O encontro que colocou frente a frente terceiro e décimo classificados deu a vitória à equipa Picoense por 3-1.
Na primeira parte o Candelária foi o primeiro a marcar através de Martin Montivero. Minutos depois e com um penalti a favor dos verdes e brancos, Tiago Resende faz o 2-0, resultado que se manteve até ao intervalo.
Na segunda parte, Nelson Ribeiro, em livre directo, reduziu a vantagem.
No cair do pano Jorge Silva marcou novo livre directo e fez o 3-1 para a equipa da casa.
Esta vitória tem um sabor especial para o Candelária porque amanhã jogam o primeiro e segundo classificado. Caso o Benfica perca a equipa Picoense fica mais perto de subir à segunda posição da tabela de classificação.
Madalena; Nova derrota inglória.
E o calvário continua…!
Apesar de não ter sido em nada inferior ao seu adversário – que à condição terminou o jogo na liderança da zona centro – o Futebol Clube da Madalena perdeu mais um jogo pela margem mínima e voltou a não pontuar, correndo o risco de ver o fosso pontual aumentar para os mais directos adversários.
E mais uma vez, a equipa picarota bem se pode queixar de si própria e dos seus próprios erros para não ter trazido pelo menos um ponto de Espinho, já que começou praticamente o jogo a perder, quando aos 2,30min, na primeira jogada de ataque da equipa da casa, não só permitiu que Ruizinho fosse à linha de fundo cruzar mas também que uma descoordenação defensiva deixasse Ricardo Teixeira sozinho ao segundo poste para, de cabeça, escolher o lado para onde enviar a bola.
Os comandados de Manuel Matias reagiram bem, sacudiram a pressão inicial dos espinhenses, e passaram a jogar o jogo pelo jogo. Aos 23min, fruto do seu melhor futebol e do domínio que conseguia exercer chegou ao golo por Samiro numa jogada de insistência, em que o central picaroto chegou de cabeça mais alto que a concorrência.
Pouco depois, num excelente momento e num bom gesto técnico, David Nunez esteve perto de dar vantagem ao Madalena mas até ao intervalo manteve-se a igualdade.
Na segunda parte, os picarotos entraram de novo a perder, quando aos 9min novo erro defensivo individual proporcionou a Ruizinho entrar na área pela direita com a bola controlada e bater o desamparado Hugo Cardoso.
Voltou a reagir o Madalena, voltou a exercer algum domínio territorial e chegou com alguma naturalidade à igualdade por Demba, que aproveitou bem alguma cerimónia da defensiva da casa na sua pequena área para, com alguma sorte, colocar a bola no fundo da baliza espinhense.
Tudo parecia correr bem ao ponto de se acreditar que a conquista dos 3 pontos não era uma miragem, mas um livre duvidoso sancionado pelo auxiliar do árbitro na direita do ataque da equipa da casa e o enorme aglomerado de jogadores na área picarota, proporcionou a Valença uma cabeçada vitoriosa a 10min do fim.
O Madalena voltou a tentar a sua sorte, voltou a empurrar o seu adversário para o seu meio campo mas não conseguiu chegar ao golo da igualdade.
Sentiu-se o desalento dos comandados de Manuel Matias mas voltou a ver-se um grupo de acredita em si e que não atira a toalha ao chão. Assim o façam também os seus adeptos e os seus directores…
FICHA DE JOGO
Estádio Comendador Manuel Violas, Espinho
18ª Jornada – 2ª Divisão – Série Centro – 04.02.12
Árbitro: Sílvio Gouveia (AF Bragança)
Auxiliares: Carlos Meco e Paulo Gonçalves
SPORTING CLUBE DE ESPINHO
Pedro Miguel; Bosingwa, Paulo Monteiro, Correia e Rainho; Valença; Ruizinho, Carlos Manuel e Fabinho; Vieira e Ricardo Teixeira.
Treinador: Filó
Substituições: aos 64’ sairam Fabinho e Vieira e entraram Barbosa e Vitor.
Não utilizados: Chico, Pepe, Letz, Capela e Fábio Ferreira
Golos: Ricardo Teixeira (2,30’), Ruzinho (54’) e Valença (80’)
Disciplina: cartões amarelos para Carlos Manuel (21’), Paulo Monteiro (26’), Fabinho (63’) e Correia (84’)
F.C. MADALENA
Hugo Cardoso; Maruca, Kiki, Samiro e João Batista; Beto e Orlando; Demba, Frazão, David e Lucas.
Treinador: Manuel Matias
Substituições: aos 64’ saiu Lucas e entrou Luis Tavares.
Não utilizados: Gilson, Rui Alberto, Braima e Lapinha
Golos: Samiro (23’) e Demba (62’)
Disciplina: cartões amarelos para Lucas (36’), Frazão (84’) e Orlando (90’)
Resultado final: S.C. Espinho 3-2 F.C. Madalena
Apesar de não ter sido em nada inferior ao seu adversário – que à condição terminou o jogo na liderança da zona centro – o Futebol Clube da Madalena perdeu mais um jogo pela margem mínima e voltou a não pontuar, correndo o risco de ver o fosso pontual aumentar para os mais directos adversários.
E mais uma vez, a equipa picarota bem se pode queixar de si própria e dos seus próprios erros para não ter trazido pelo menos um ponto de Espinho, já que começou praticamente o jogo a perder, quando aos 2,30min, na primeira jogada de ataque da equipa da casa, não só permitiu que Ruizinho fosse à linha de fundo cruzar mas também que uma descoordenação defensiva deixasse Ricardo Teixeira sozinho ao segundo poste para, de cabeça, escolher o lado para onde enviar a bola.
Os comandados de Manuel Matias reagiram bem, sacudiram a pressão inicial dos espinhenses, e passaram a jogar o jogo pelo jogo. Aos 23min, fruto do seu melhor futebol e do domínio que conseguia exercer chegou ao golo por Samiro numa jogada de insistência, em que o central picaroto chegou de cabeça mais alto que a concorrência.
Pouco depois, num excelente momento e num bom gesto técnico, David Nunez esteve perto de dar vantagem ao Madalena mas até ao intervalo manteve-se a igualdade.
Na segunda parte, os picarotos entraram de novo a perder, quando aos 9min novo erro defensivo individual proporcionou a Ruizinho entrar na área pela direita com a bola controlada e bater o desamparado Hugo Cardoso.
Voltou a reagir o Madalena, voltou a exercer algum domínio territorial e chegou com alguma naturalidade à igualdade por Demba, que aproveitou bem alguma cerimónia da defensiva da casa na sua pequena área para, com alguma sorte, colocar a bola no fundo da baliza espinhense.
Tudo parecia correr bem ao ponto de se acreditar que a conquista dos 3 pontos não era uma miragem, mas um livre duvidoso sancionado pelo auxiliar do árbitro na direita do ataque da equipa da casa e o enorme aglomerado de jogadores na área picarota, proporcionou a Valença uma cabeçada vitoriosa a 10min do fim.
O Madalena voltou a tentar a sua sorte, voltou a empurrar o seu adversário para o seu meio campo mas não conseguiu chegar ao golo da igualdade.
Sentiu-se o desalento dos comandados de Manuel Matias mas voltou a ver-se um grupo de acredita em si e que não atira a toalha ao chão. Assim o façam também os seus adeptos e os seus directores…
FICHA DE JOGO
Estádio Comendador Manuel Violas, Espinho
18ª Jornada – 2ª Divisão – Série Centro – 04.02.12
Árbitro: Sílvio Gouveia (AF Bragança)
Auxiliares: Carlos Meco e Paulo Gonçalves
SPORTING CLUBE DE ESPINHO
Pedro Miguel; Bosingwa, Paulo Monteiro, Correia e Rainho; Valença; Ruizinho, Carlos Manuel e Fabinho; Vieira e Ricardo Teixeira.
Treinador: Filó
Substituições: aos 64’ sairam Fabinho e Vieira e entraram Barbosa e Vitor.
Não utilizados: Chico, Pepe, Letz, Capela e Fábio Ferreira
Golos: Ricardo Teixeira (2,30’), Ruzinho (54’) e Valença (80’)
Disciplina: cartões amarelos para Carlos Manuel (21’), Paulo Monteiro (26’), Fabinho (63’) e Correia (84’)
F.C. MADALENA
Hugo Cardoso; Maruca, Kiki, Samiro e João Batista; Beto e Orlando; Demba, Frazão, David e Lucas.
Treinador: Manuel Matias
Substituições: aos 64’ saiu Lucas e entrou Luis Tavares.
Não utilizados: Gilson, Rui Alberto, Braima e Lapinha
Golos: Samiro (23’) e Demba (62’)
Disciplina: cartões amarelos para Lucas (36’), Frazão (84’) e Orlando (90’)
Resultado final: S.C. Espinho 3-2 F.C. Madalena
Boavista vence Painha - Série Açores de Futebol.
Em jogo da 15ª Jornada da Serie Açores o Boavista de São Mateus do Pico venceu o Prainha Futebol Clube na tarde deste Sábado por 2-1 no Campo Municipal de São Roque.
O golo inaugural surgiu logo ao minuto e meio do início da partida pelos pés de Meta, aos 5m Fabio Azevedo repõe a igualdade para o Prainha.
Depois do intervalo, aos 9m Helder Botelho marcou o segundo golo para o Boavista, um resultado que assegurou a vantagem à equipa visitante e que acabou por ser derradeira até ao apito final.
Derby do Pico em mais uma tarde de futebol na ilha Montanha, o Prainha sofre uma derrota mas em nada altera a sua 4ª posição na tabela classificativa.
O Boavista com esta vitória aproxima-se do adversário, agora a uma diferença de 3 pontos.
O golo inaugural surgiu logo ao minuto e meio do início da partida pelos pés de Meta, aos 5m Fabio Azevedo repõe a igualdade para o Prainha.
Depois do intervalo, aos 9m Helder Botelho marcou o segundo golo para o Boavista, um resultado que assegurou a vantagem à equipa visitante e que acabou por ser derradeira até ao apito final.
Derby do Pico em mais uma tarde de futebol na ilha Montanha, o Prainha sofre uma derrota mas em nada altera a sua 4ª posição na tabela classificativa.
O Boavista com esta vitória aproxima-se do adversário, agora a uma diferença de 3 pontos.
sexta-feira, fevereiro 03, 2012
Eventual extinção do Santa Clara compromete a SAD, considera especialista em direito desportivo
Eventual extinção do Santa Clara compromete a SAD, considera especialista em direito desportivo
Situação complexa e inédita no país, a do Clube Desportivo Santa Clara.
José Manuel Meirin, Santa Clara,
Depois do tribunal ter declarado insolvente o clube desportivo santa Clara, o clube fundador da SAD, a sociedade anónima desportiva, é inviabilizada.
Quem o diz é o especialista em direito do desporto, José manuel Meirim.
Para este jurista um cenário de falência do clube compromete definitivamente a SAD porque a lei não permite que o clube fundador fique fora da Sociedade Anónima.
O presidente do Clube, Mário Batista, rejeita completamente esse exacto cenário:
Mário Baptista presidente Santa Clara
Um caso que ainda vai fazer correr muita tinta.
Tribunal de Ponta Delgada declara insolvência do Clube Santa Clara.
Clube não tem condições para pagar as dívidas e a gestão do clube foi entregue a um administrador delegado.
O Tribunal de Ponta Delgada declarou ontem insolvente o Clube Desportivo Santa Clara por este não ter a possibilidade de cumprir as obrigações já vencidas e pelo facto de o seu passivo ser superior ao activo, o que isso quer dizer é que tem mais dívidas do que receitas. Contudo apesar de insolvente o clube mantém-se a administrar a massa insolvente pelas características especiais que caracterizam o seu ramo de actividade.
O Tribunal já nomeou um administrador de insolvência a quem o clube tem de entregar toda a contabilidade devedora e de todos os bens, sejam eles arrestados, penhorados, entre outros, e foi suspensa quaisquer diligências requeridas pelos credores a exigir qualquer pagamento. Todos os pagamentos devidos ao clube devem ser feitos agora ao administrador da insolvência. Foi ainda criada uma comissão de credores que vai reunir em assembleia de credores e apreciação de relatório em Maio, e dela fazem parte os cinco maiores credores Banco Banif, Segurança Social, Companhia de Seguros Fidelidade Mundial e Agência de Viagens Francisco Martins, mas também fará parte como suplente a Direcção Regional do Tesouro dos Açores.
Mas importa situar o contexto em que o Clube Desportivo Santa Clara é considerado insolvente. Tudo começa com um requerimento de pedido de insolvência do Clube por parte de Pedro Figueiredo, antigo futebolista ao serviço dos encarnados na época desportiva 1999/2000, por não receber conforme o decretado pelo Tribunal de Trabalho de Viseu a pensão no valor de 22. 900 euros, que não paga desde 2010, e antes paga irregularmente. Isso foi dado como provado pelo tribunal, embora seja dito que o crédito de Pedro Figueiredo se encontra garantido por haver uma caução depositada no Tribunal de Viseu no valor superior a 441 mil euros. Provado foi também que Pedro Figueiredo estava em final de carreira e que não teria o joelho como outro cidadão não sujeito a esforços e lesões de alta competição.
Mais provado foi: O Santa Clara depois de ter sido constituída a SAD deixou de ter 2 milhões de euros anuais e passou apenas a contar com as receitas próprias provenientes do pagamento das quotas dos sócios, da receita do bar e do ginásio, no montante anual de 200 mil euros. Antes da SAD tinha os dois milhões de euros, patrocínios e direitos televisivos e ainda desportivos sobre os atletas, que transitaram para a SAD, mas da qual o clube é sócio maioritário. À data do pedido de insolvência o Clube devia a Pedro Figueiredo 50.750 euros, mas também não pagava a outros como Raul Barbosa que era de 4.200 euros, a Ricardo Silva que era de 5.000 euros, a Sérgio Mourato 12.500 euros, a António Silva 12.400 euros, de salários vencidos, mas ainda deve às Finanças 1.200 mil euros, bem como existem três automóveis penhorados, entre outras pequenas dívidas, mas tem em dia quase todos os ordenados dos trabalhadores. De acordo com o apuramento feito pelo tribunal o clube é titular de um património imobiliário no valor de 1. 730. 93 euros e tem um passivo de 10.927,351 euros.
Para o tribunal o clube não deixou de pagar mas o que fez foi gerir o seu activo, deixando para traz alguns pagamentos considerados “mal-amados”, e que as penhoras sobre o clube não tiveram sucesso. Portanto, não se trata de uma opção do clube mas sim de falta de liquidez para fazer face a todas as obrigações, tendo escolhido pagar a uns e não a outros, que ficam anos à espera. Tudo porque o clube tem um passivo superior ao activo e às suas possibilidades de pagamento é que foi declarada a insolvência. O Presidente Mário Baptista diz que o Clube não vai fechar a porta nem vai ser liquidado.
Certo é que os credores têm agora 30 dias para se juntarem ao processor para reclamar o seu dinheiro.
P.S. Com esta insolvência, o clube não fecha as portas. Acontece, que o maior problema vai ser a credibilidade junto da banca, porque com esta medida do tribunal, as instituições bancarias vão recusar o credito, o que vai dificultar a sua sustentabilidade. Vamos ver o que vai acontecer, espero, muito sinceramente, que o clube consiga encontrar soluções para resolver este difícil problema.
Medina
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