segunda-feira, março 12, 2012
Madalena a 9 pontos da manutenção,
A equipa do Madalena recebeu este domingo à tarde a equipa de Amarante em jogo da 23ªjornada da II Divisão Nacional.
Entrou bem em campo a equipa picarota sendo que no primeiro quarto de hora foi a equipa mais possante em campo e também a mais perigosa.
O Amarante foi equilibrando a partida e foi quem primeiro deu sinais de perigo eminente impondo-se a defensiva da casa.
O cheiro do golo bafejou aos 29m intermédio de Luis Tavares que criou espaço na área e rematou rasteiro para o poste direito da baliza adversária permitindo a Celso realizar a primeira defesa da tarde.
Ainda antes do apito final da primeira parte os continentais com um bom movimento atacante voltaram a assustar os pupilos de Manuel Matias, que não pode estar no banco devido a castigo da federação, mas mais uma vez a equipa da casa resolveu da melhor maneira o lance.
Após o descanso as equipas voltaram a campo com o 0x0 no marcador e tudo em aberto para o segundo tempo. E aos 54m David Nunez tentou a sua sorte ao criar espaço para o remate que terminou com mais uma boa defesa de guardião adversário.
Aos 61m foi a vez de Luís Tavares encarar novamente Celso mas rematou frouxo para as mãos do guarda-redes.
O primeiro tento da partida chegou de um livre direto a 15m da baliza, aos 63m, e intermédio de Demba que com todo o calculismo rematou colocado com a bola a entrar junto ao poste direito sob o olhar de Celso que nem se mexeu.
O Amarante não deu a partida como perdida e partiu para o ataque, sendo que, aos 70m reclamaram uma grande penalidade que Hugo Silva, árbitro da partida, em cima do lance não assinalou e muito bem porque o avançado do Amarante claramente se tinha feito ao lance.
Aos 77m os forasteiros voltaram a criar perigo com Quim a aparecer na cara de Hugo Cardoso e a tentar o chapéu que viria a passar ao lado da baliza.
Passados 2m do susto, aos 79m, Rui Alberto aparece na direita do ataque da Madalena e com um cruzamento telecomandado encontra David Nunez entre a defensiva do Amarante e este de cabeça fuzilou a baliza adversária carimbando a vitória da sua equipa.
A equipa de continente ainda tentou virar a tendência de jogo mas em abono da verdade a equipa do Madalena mostrou sempre superioridade obtendo justamente três importantes pontos.
Entrou bem em campo a equipa picarota sendo que no primeiro quarto de hora foi a equipa mais possante em campo e também a mais perigosa.
O Amarante foi equilibrando a partida e foi quem primeiro deu sinais de perigo eminente impondo-se a defensiva da casa.
O cheiro do golo bafejou aos 29m intermédio de Luis Tavares que criou espaço na área e rematou rasteiro para o poste direito da baliza adversária permitindo a Celso realizar a primeira defesa da tarde.
Ainda antes do apito final da primeira parte os continentais com um bom movimento atacante voltaram a assustar os pupilos de Manuel Matias, que não pode estar no banco devido a castigo da federação, mas mais uma vez a equipa da casa resolveu da melhor maneira o lance.
Após o descanso as equipas voltaram a campo com o 0x0 no marcador e tudo em aberto para o segundo tempo. E aos 54m David Nunez tentou a sua sorte ao criar espaço para o remate que terminou com mais uma boa defesa de guardião adversário.
Aos 61m foi a vez de Luís Tavares encarar novamente Celso mas rematou frouxo para as mãos do guarda-redes.
O primeiro tento da partida chegou de um livre direto a 15m da baliza, aos 63m, e intermédio de Demba que com todo o calculismo rematou colocado com a bola a entrar junto ao poste direito sob o olhar de Celso que nem se mexeu.
O Amarante não deu a partida como perdida e partiu para o ataque, sendo que, aos 70m reclamaram uma grande penalidade que Hugo Silva, árbitro da partida, em cima do lance não assinalou e muito bem porque o avançado do Amarante claramente se tinha feito ao lance.
Aos 77m os forasteiros voltaram a criar perigo com Quim a aparecer na cara de Hugo Cardoso e a tentar o chapéu que viria a passar ao lado da baliza.
Passados 2m do susto, aos 79m, Rui Alberto aparece na direita do ataque da Madalena e com um cruzamento telecomandado encontra David Nunez entre a defensiva do Amarante e este de cabeça fuzilou a baliza adversária carimbando a vitória da sua equipa.
A equipa de continente ainda tentou virar a tendência de jogo mas em abono da verdade a equipa do Madalena mostrou sempre superioridade obtendo justamente três importantes pontos.
N’Dao, Bamba e Cissé fugiram da ilha
Jogadores da equipa B do Santa Clara desertaram na manhã de sábado. Causou estranheza o facto de terem oferecido equipamento desportivo a alguns atletas juvenis mas ninguém desconfiou que estariam em fuga na manhã seguinte.
Os três jogadores naturais da Costa do Marfim que o Santa Clara inscreveu na equipa B no passado mês de Dezembro desertaram do plantel na manhã de sábado e encontram-se em parte incerta, incontactáveis pelos responsáveis do clube de Ponta Delgada.
N’Dao, Cissé e Bamba abandonaram a ilha de São Miguel à revelia do Santa Clara e ninguém sabe ao certo onde poderão estar. O que se sabe é que viajaram para Lisboa no primeiro voo de sábado pois os três foram vistos no aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, munidos de pequenas malas.
Os dirigentes do clube açoriano já estão ao corrente da situação e nesta segunda-feira, dia 12 de Março, irão participar a fuga junto das entidades legais, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
Na noite de véspera, na sexta-feira, após o treino que realizaram no campo das Figueiras, em Santo António, os três jogadores ofereceram algum material desportivo a atletas juvenis. Na altura a acção causou estranheza mas ninguém desconfiou que na manhã seguinte estariam a desertar para parte incerta.
Os três jogadores naturais da Costa do Marfim que o Santa Clara inscreveu na equipa B no passado mês de Dezembro desertaram do plantel na manhã de sábado e encontram-se em parte incerta, incontactáveis pelos responsáveis do clube de Ponta Delgada.
N’Dao, Cissé e Bamba abandonaram a ilha de São Miguel à revelia do Santa Clara e ninguém sabe ao certo onde poderão estar. O que se sabe é que viajaram para Lisboa no primeiro voo de sábado pois os três foram vistos no aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, munidos de pequenas malas.
Os dirigentes do clube açoriano já estão ao corrente da situação e nesta segunda-feira, dia 12 de Março, irão participar a fuga junto das entidades legais, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
Na noite de véspera, na sexta-feira, após o treino que realizaram no campo das Figueiras, em Santo António, os três jogadores ofereceram algum material desportivo a atletas juvenis. Na altura a acção causou estranheza mas ninguém desconfiou que na manhã seguinte estariam a desertar para parte incerta.
sexta-feira, março 09, 2012
Semana Cultural e Desportiva da Piedade - Pico
Evento decorre até 18 de Março
Depois da Semana Cultural e Desportiva da Ribeirinha, agora é a vez da freguesia da Piedade receber o evento.
Esta iniciativa vai ser alargada a todas as freguesias das Lajes do Pico e pretende dinamizar a cultura e o desporto no Concelho.
O evento decorre de 12 e 18 de Março e conta com torneios desportivos, chamarritas, karaoke, fado e passeios pelos trilhos da freguesia.
O fenómeno futebol em debate no Nordeste
Perante uma vasta plateia:
Organizado pela Associação de Veteranos de Nordeste, decorreu na noite de cinco de Março (segunda-feira), o Fórum “Clube Desportivo Santa Clara e a Comunidade”, no Centro Cultural Padre Manuel Raposo em Santo António Nordestinho.
Foram cerca de duas horas e meia, que o fenómeno futebol foi o tema central de uma conversa que juntou no Nordeste, uma vasta plateia atenta, entre eles, jogadores, técnicos, dirigentes e amantes do desporto rei, ávida de conhecer as linhas orientadoras do projecto desportivo, económico e social do maior clube dos Açores que os prelectores apresentaram as suas ideias sobre um fenómeno que hoje já ultrapassou, em muito, as barreiras do desporto.
Convidados a intervir foram o capitão do Santa Clara, Pedro Pacheco, o sócio conselheiro, Ricardo Cabral, o técnico-adjunto, Ricardo Chéu, o treinador principal, Bruno Moura e o presidente do Clube Desportivo Santa Clara e da Santa Clara Açores-Futebol SAD, Mário Batista. Os trabalhos foram moderados por Carlos Mendonça.
Na primeira intervenção da noite, Pedro Pacheco falou sobre o que é ser jogador profissional de futebol profissional de um clube como o Santa Clara. O actual capitão encarnado, que fez todo o seu processo formativo no clube, abordou as bases e as directrizes sobre as quais se deve guiar um profissional ficando na retina mensagem de que não se devem desperdiçar as oportunidades que surgem, porque “o futuro começa já hoje. Amanhã pode ser já tarde demais”.
Ricardo Cabral, por sua vez, abordou o tema do “Santa Clara na comunidade”. Com a voz, por vezes, embargada pela emoção e paixão que cultiva por aquele que considera “um clube campeão”, o sócio conselheiro navegou pela história encarnada, recordando títulos conquistados nas várias modalidades, congratulando-se pelo facto do Santa Clara ser uma escola de valores, destacando a componente formativa, mas também a paixão que, pelos quatro cantos do Mundo, milhares de açorianos conservam pela maior instituição desportiva do Arquipélago.
Abordando os aspectos mais técnicos do futebol, a actual equipa técnica do Santa Clara tratou dos temas “O treino físico adequado para as equipas insulares” e a “Metodologia de treino mais apropriada para o sucesso de um clube de alto rendimento”.
Duas intervenções que cativaram a intenção dos presentes, com Bruno Moura e Ricardo Chéu a explicarem o porquê de defenderem determinados métodos, em detrimento de outros, provando com dados específicos a razão de seguirem determinado caminho.
A terminar este fórum, interveio o presidente do Clube Desportivo Santa Clara e da Santa Clara Açores-Futebol SAD.
Mário Batista, em tom coloquial e aberto, falou sobre a importância dos Açores terem um clube nos escalões profissionais do futebol português, da actual situação do clube e dos projectos para o futuro.
Revelando uma abertura que até “espantou” alguns dos presentes, o responsável falou dos benefícios económicos que a Região poderá retirar de um maior apoio ao Santa Clara, num discurso em que o futuro foi sempre encarado de forma positiva.
Afastando o cenário de alguns “velhos do Restelo”, Mário Batista seguiu o caminho da positividade, revelando ter ideias bem claras para os próximos anos do clube, apontando o aspecto da formação como um elo fulcral de todo este projecto, deixando no ar a possibilidade de a este nível poderem surgir, em breve, algumas novidades.
A criação de uma equipa de Iniciados B e o desejo em competir regularmente com uma equipa da formação (Juniores A), nas competições nacionais são ideias bem definidas como objectivos prioritários dos actuais órgãos sócias do Clube Desportivo Santa Clara.
O presidente “reclamou” ainda um maior apoio das entidades oficiais e da comunidade em geral, lançando o desafio para que se envolvam no projecto do clube, fazendo valer a máxima de que o “dinheiro investido no futebol representar uma injecção na economia açoriana”.
Mário Batista lembrou que, actualmente, este fenómeno deve ser encarado como um investimento com retorno e não o contrário.
A terminar esta iniciativa, decorreu um debate, no qual se envolveram alguns dos presentes. Na ocasião, saliente-se a disponibilidade dos prelectores para atenderem às perguntas formuladas por alguns dos intervenientes, revelando uma abertura que só está ao alcance de quem vê o futebol com uma visão alargada e abrangente.
No final, ficou a certeza de que iniciativas como esta contribuem, e muito, para que a comunidade olhe para o futebol de uma forma mais exacta, afastando os discursos negativistas e críticos que, sabe-se, em pouco contribuem para a afirmação dos projectos das instituições desportivas.
P.S. Muito boa iniciativa!!!
Medina
Organizado pela Associação de Veteranos de Nordeste, decorreu na noite de cinco de Março (segunda-feira), o Fórum “Clube Desportivo Santa Clara e a Comunidade”, no Centro Cultural Padre Manuel Raposo em Santo António Nordestinho.
Foram cerca de duas horas e meia, que o fenómeno futebol foi o tema central de uma conversa que juntou no Nordeste, uma vasta plateia atenta, entre eles, jogadores, técnicos, dirigentes e amantes do desporto rei, ávida de conhecer as linhas orientadoras do projecto desportivo, económico e social do maior clube dos Açores que os prelectores apresentaram as suas ideias sobre um fenómeno que hoje já ultrapassou, em muito, as barreiras do desporto.
Convidados a intervir foram o capitão do Santa Clara, Pedro Pacheco, o sócio conselheiro, Ricardo Cabral, o técnico-adjunto, Ricardo Chéu, o treinador principal, Bruno Moura e o presidente do Clube Desportivo Santa Clara e da Santa Clara Açores-Futebol SAD, Mário Batista. Os trabalhos foram moderados por Carlos Mendonça.
Na primeira intervenção da noite, Pedro Pacheco falou sobre o que é ser jogador profissional de futebol profissional de um clube como o Santa Clara. O actual capitão encarnado, que fez todo o seu processo formativo no clube, abordou as bases e as directrizes sobre as quais se deve guiar um profissional ficando na retina mensagem de que não se devem desperdiçar as oportunidades que surgem, porque “o futuro começa já hoje. Amanhã pode ser já tarde demais”.
Ricardo Cabral, por sua vez, abordou o tema do “Santa Clara na comunidade”. Com a voz, por vezes, embargada pela emoção e paixão que cultiva por aquele que considera “um clube campeão”, o sócio conselheiro navegou pela história encarnada, recordando títulos conquistados nas várias modalidades, congratulando-se pelo facto do Santa Clara ser uma escola de valores, destacando a componente formativa, mas também a paixão que, pelos quatro cantos do Mundo, milhares de açorianos conservam pela maior instituição desportiva do Arquipélago.
Abordando os aspectos mais técnicos do futebol, a actual equipa técnica do Santa Clara tratou dos temas “O treino físico adequado para as equipas insulares” e a “Metodologia de treino mais apropriada para o sucesso de um clube de alto rendimento”.
Duas intervenções que cativaram a intenção dos presentes, com Bruno Moura e Ricardo Chéu a explicarem o porquê de defenderem determinados métodos, em detrimento de outros, provando com dados específicos a razão de seguirem determinado caminho.
A terminar este fórum, interveio o presidente do Clube Desportivo Santa Clara e da Santa Clara Açores-Futebol SAD.
Mário Batista, em tom coloquial e aberto, falou sobre a importância dos Açores terem um clube nos escalões profissionais do futebol português, da actual situação do clube e dos projectos para o futuro.
Revelando uma abertura que até “espantou” alguns dos presentes, o responsável falou dos benefícios económicos que a Região poderá retirar de um maior apoio ao Santa Clara, num discurso em que o futuro foi sempre encarado de forma positiva.
Afastando o cenário de alguns “velhos do Restelo”, Mário Batista seguiu o caminho da positividade, revelando ter ideias bem claras para os próximos anos do clube, apontando o aspecto da formação como um elo fulcral de todo este projecto, deixando no ar a possibilidade de a este nível poderem surgir, em breve, algumas novidades.
A criação de uma equipa de Iniciados B e o desejo em competir regularmente com uma equipa da formação (Juniores A), nas competições nacionais são ideias bem definidas como objectivos prioritários dos actuais órgãos sócias do Clube Desportivo Santa Clara.
O presidente “reclamou” ainda um maior apoio das entidades oficiais e da comunidade em geral, lançando o desafio para que se envolvam no projecto do clube, fazendo valer a máxima de que o “dinheiro investido no futebol representar uma injecção na economia açoriana”.
Mário Batista lembrou que, actualmente, este fenómeno deve ser encarado como um investimento com retorno e não o contrário.
A terminar esta iniciativa, decorreu um debate, no qual se envolveram alguns dos presentes. Na ocasião, saliente-se a disponibilidade dos prelectores para atenderem às perguntas formuladas por alguns dos intervenientes, revelando uma abertura que só está ao alcance de quem vê o futebol com uma visão alargada e abrangente.
No final, ficou a certeza de que iniciativas como esta contribuem, e muito, para que a comunidade olhe para o futebol de uma forma mais exacta, afastando os discursos negativistas e críticos que, sabe-se, em pouco contribuem para a afirmação dos projectos das instituições desportivas.
P.S. Muito boa iniciativa!!!
Medina
quinta-feira, março 08, 2012
« Foi preciso terapia de choque», António Soares / Belenenses
- " Aos 50 anos, a meio do mandato, o líder do Belenenses resume a estratégia para abater o passivo
RECORD - Que balanço faz do seu mandato até ao momento?
ANTÓNIO SOARES - Encontrámos um desequilíbrio profundo entre rendimentos e gastos. No clube, os resultados andavam sistematicamente nos 2 milhões de euros negativos, o que indiciava a existência de um problema estrutural, que foi agravado com a descida de divisão, visto que se perderam 1.55 milhões de euros relativos a receitas de televisão. Em números redondos, o Belenenses tinha uma receita mensal de 200 mil euros e uma despesa de 600 mil euros. Isto aponta para valores negativos de 5 milhões de euros anuais. Estou a falar no clube e na SAD. Era insustentável e o clube não pode estar continuamente a aumentar o passivo.
RECORD - Que decisões foram tomadas?
ANTÓNIO SOARES - Tivemos de optar por uma terapia de choque para colocar ponto final no endividamento. Agimos em duas áreas principais: nos gastos com pessoal e no fornecimento de serviços externos. A redução atingiu os 52 por cento no clube e 36 por cento na SAD. Foi difícil para nós e para os visados, mas era inevitável. Permitiu uma redução global de cerca de 2 milhões. Nos fornecimentos, uma redução de 1.15 milhões.
RECORD - Mesmo assim há prejuízo…
ANTÓNIO SOARES - Houve mais cortes. Só o encerramento das piscinas, que tinham um prejuízo de 25 mil euros mensais, permitiu poupar mais de 300 mil euros. Conseguiu-se colocar o clube a viver com as despesas correntes. O problema é o passivo e, neste momento, não há condições para, em simultâneo, pagar passivo e manter uma gestão corrente equilibrada.
RECORD - E quanto ascende o passivo?
ANTÓNIO SOARES - Em números aproximados, a cerca de 18 milhões: 11, 89 milhões no clube e 6, 35 milhões na SAD. É o passivo corrente.
RECORD - E o não corrente?
ANTÓNIO SOARES - Também existe e prende-se com as dívidas aos fisco e segurança social. Está contratualizado e será pago num prazo de 12 a 15 anos. Permitiu passar um valor de 3.5 milhões corrente para não corrente. Tentámos uma estabilização e as contas actuais refletem esse esforço. Por outro lado, suspendemos o protocolo que obrigava o clube a transferir 150 mil euros por mês para a SAD. Desta forma, foi conseguido um resultado positivo de 1,148 milhões, algo histórico nos últimos anos, mas a SAD ressentiu-se e apresenta prejuízo de 1,286 milhões. Globalmente, vamos apresentar 135 mil euros negativos, mas acredito que, em 2011/2012, o resultado entre as duas entidades, clube e SAD será favorável. O que se destaca é que o Belenenses está a mostrar capacidade para equilibrar as receitas e as despesas correntes.
RECORD - Mas existe o passivo. Que solução para o reduzir?
ANTÓNIO SOARES - Não há milagres. Ninguém pode ter a veleidade de dizer que um passivo destes se resolve de um dia para o outro. No que se refere ao clube, existe património e é preciso rentabilizá-lo. Há um projecto de requalificação a ser negociado com a Câmara de Lisboa (CML) e em relação ao qual já se chegou a um entendimento muito alargado. Na AG de dia 14 será apresentada a planta daquilo que foi negociado.
RECORD - Como vai render?
ANTÓNIO SOARES - A CML vai dar resposta a um PIP (Pedido de Informação Prévio) que será vinculativo relativamente aquilo que se pode fazer em 60 mil metros quadrados de construção, onde se pensa fazer equipamentos desportivos, centros de saúde e educação, pavilhão, ginásio e piscina e ainda um health club, uma residência para idosos e um polo universitário. Depois disso, o Restelo passa a ser apetecível para os investidores.
RECORD - Há parceiros interessados?
ANTÓNIO SOARES - Há conversas adiantadas, mas é impossível formalizar contratos sem o documento da CML, na mão. Contudo tê-lo, na pior das hipóteses, até final de abril. Nessa altura, poderá avançar-se, por exemplo, para um fundo de investimento imobiliário.
RECORD - Tem a certeza que esse documento vai ser mesmo facultado ao Belenenses?
ANTÓNIO SOARES - Tenho. Todas as entidades que tinham de dar parecer nesta questão, já o fizeram. Tudo o que era mais difícil está concretizado.
RECORD - Tem um cálculo do encaixe?
ANTÓNIO SOARES - Será razoável pensar em 1.5 milhões por ano, mas é preciso perceber que, durante alguns anos, a verba será canalizada para pagar passivo. Não há outra maneira.
RECORD - Tem uma ideia da altura em que começou a grande derrapagem no Belenenses?
ANTÓNIO SOARES - Ramos Lopes é um marco na História actual do Belenenses. Realizou um trabalho semelhante ao que esta direcção está a fazer, isto é, de saneamento financeiro com consequências na parte desportiva. Seguidamente, o clube foi liderado por Sequeira Nunes. Havia dívidas, mas a situação estava controlada. Daí para a frente, houve opções que deixaram marcas profundas que vão demorar anos a resolver. Em resumo, de 2005 para cá, existiu um autêntico descalabro do ponto de vista do despesismo.
P.S. O que se passa com o Belenenses poderá acontecer a muitos deles. Por isso, este exemplo é muito actual para muitos clubes!!!! Pelo menos ainda tem patrimonio e mais alguma coisa...enquanto outros... enfim!!
Medina
RECORD - Que balanço faz do seu mandato até ao momento?
ANTÓNIO SOARES - Encontrámos um desequilíbrio profundo entre rendimentos e gastos. No clube, os resultados andavam sistematicamente nos 2 milhões de euros negativos, o que indiciava a existência de um problema estrutural, que foi agravado com a descida de divisão, visto que se perderam 1.55 milhões de euros relativos a receitas de televisão. Em números redondos, o Belenenses tinha uma receita mensal de 200 mil euros e uma despesa de 600 mil euros. Isto aponta para valores negativos de 5 milhões de euros anuais. Estou a falar no clube e na SAD. Era insustentável e o clube não pode estar continuamente a aumentar o passivo.
RECORD - Que decisões foram tomadas?
ANTÓNIO SOARES - Tivemos de optar por uma terapia de choque para colocar ponto final no endividamento. Agimos em duas áreas principais: nos gastos com pessoal e no fornecimento de serviços externos. A redução atingiu os 52 por cento no clube e 36 por cento na SAD. Foi difícil para nós e para os visados, mas era inevitável. Permitiu uma redução global de cerca de 2 milhões. Nos fornecimentos, uma redução de 1.15 milhões.
RECORD - Mesmo assim há prejuízo…
ANTÓNIO SOARES - Houve mais cortes. Só o encerramento das piscinas, que tinham um prejuízo de 25 mil euros mensais, permitiu poupar mais de 300 mil euros. Conseguiu-se colocar o clube a viver com as despesas correntes. O problema é o passivo e, neste momento, não há condições para, em simultâneo, pagar passivo e manter uma gestão corrente equilibrada.
RECORD - E quanto ascende o passivo?
ANTÓNIO SOARES - Em números aproximados, a cerca de 18 milhões: 11, 89 milhões no clube e 6, 35 milhões na SAD. É o passivo corrente.
RECORD - E o não corrente?
ANTÓNIO SOARES - Também existe e prende-se com as dívidas aos fisco e segurança social. Está contratualizado e será pago num prazo de 12 a 15 anos. Permitiu passar um valor de 3.5 milhões corrente para não corrente. Tentámos uma estabilização e as contas actuais refletem esse esforço. Por outro lado, suspendemos o protocolo que obrigava o clube a transferir 150 mil euros por mês para a SAD. Desta forma, foi conseguido um resultado positivo de 1,148 milhões, algo histórico nos últimos anos, mas a SAD ressentiu-se e apresenta prejuízo de 1,286 milhões. Globalmente, vamos apresentar 135 mil euros negativos, mas acredito que, em 2011/2012, o resultado entre as duas entidades, clube e SAD será favorável. O que se destaca é que o Belenenses está a mostrar capacidade para equilibrar as receitas e as despesas correntes.
RECORD - Mas existe o passivo. Que solução para o reduzir?
ANTÓNIO SOARES - Não há milagres. Ninguém pode ter a veleidade de dizer que um passivo destes se resolve de um dia para o outro. No que se refere ao clube, existe património e é preciso rentabilizá-lo. Há um projecto de requalificação a ser negociado com a Câmara de Lisboa (CML) e em relação ao qual já se chegou a um entendimento muito alargado. Na AG de dia 14 será apresentada a planta daquilo que foi negociado.
RECORD - Como vai render?
ANTÓNIO SOARES - A CML vai dar resposta a um PIP (Pedido de Informação Prévio) que será vinculativo relativamente aquilo que se pode fazer em 60 mil metros quadrados de construção, onde se pensa fazer equipamentos desportivos, centros de saúde e educação, pavilhão, ginásio e piscina e ainda um health club, uma residência para idosos e um polo universitário. Depois disso, o Restelo passa a ser apetecível para os investidores.
RECORD - Há parceiros interessados?
ANTÓNIO SOARES - Há conversas adiantadas, mas é impossível formalizar contratos sem o documento da CML, na mão. Contudo tê-lo, na pior das hipóteses, até final de abril. Nessa altura, poderá avançar-se, por exemplo, para um fundo de investimento imobiliário.
RECORD - Tem a certeza que esse documento vai ser mesmo facultado ao Belenenses?
ANTÓNIO SOARES - Tenho. Todas as entidades que tinham de dar parecer nesta questão, já o fizeram. Tudo o que era mais difícil está concretizado.
RECORD - Tem um cálculo do encaixe?
ANTÓNIO SOARES - Será razoável pensar em 1.5 milhões por ano, mas é preciso perceber que, durante alguns anos, a verba será canalizada para pagar passivo. Não há outra maneira.
RECORD - Tem uma ideia da altura em que começou a grande derrapagem no Belenenses?
ANTÓNIO SOARES - Ramos Lopes é um marco na História actual do Belenenses. Realizou um trabalho semelhante ao que esta direcção está a fazer, isto é, de saneamento financeiro com consequências na parte desportiva. Seguidamente, o clube foi liderado por Sequeira Nunes. Havia dívidas, mas a situação estava controlada. Daí para a frente, houve opções que deixaram marcas profundas que vão demorar anos a resolver. Em resumo, de 2005 para cá, existiu um autêntico descalabro do ponto de vista do despesismo.
P.S. O que se passa com o Belenenses poderá acontecer a muitos deles. Por isso, este exemplo é muito actual para muitos clubes!!!! Pelo menos ainda tem patrimonio e mais alguma coisa...enquanto outros... enfim!!
Medina
quarta-feira, março 07, 2012
Importância da alimentação antes dos treinos/jogos de Futebol.
Quando se fala da preparação para treinos e jogos de Futebol, a alimentação faz sempre parte dos seus planos? Estará demasiado ocupado, demasiadas vezes? Aprenda porque não deve negligenciar a nutrição pré-exercício…
De facto, um dos maiores erros cometidos pelos futebolistas, particularmente aqueles que se apressam a ir da escola ou do trabalho para os treinos, é treinar de estômago vazio. A sua grande desculpa é a “falta de tempo” mas muitas vezes trata-se, em primeiro lugar, de falta de responsabilidade.
O mesmo ponto de vista é partilhado por Nancy Clark e Gloria Averbuch, no capítulo 10 do livro Food Guide for Soccer: Tips and Recipes From the Pros, onde é focada a importância de uma adequada nutrição antes do exercício. Aqui fica um resumo da perspectiva das autoras:
Alimentar-se antes dos treinos/jogos ajuda a prevenir níveis baixos de açúcar no sangue
Os hidratos de carbono presentes nos cereais, bolachas, fruta ou outro alimento rico em hidratos de carbono que ingere antes do esforço ajudam a prevenir tonturas, fadiga, visão turva e dificuldade em tomar decisões que resultam de uma hipoglicémia (diminuição dos níveis de açúcar no sangue) e interferem com uma óptima performance.
Os hidratos de carbono pré-exercício “alimentam” os músculos
Os alimentos ingeridos antes do esforço fornecem energia aos seus músculos quer através dos hidratos de carbono que são ingeridos com a necessária antecedência (várias horas antes) para serem armazenados na forma de glicogénio, quer através dos hidratos de carbono que ingere na hora prévia ao início do treino/jogo, os quais são digeridos e transformados em moléculas mais simples (glicose) para serem directamente convertidos em energia. Ao ingerir hidratos de carbono antes do esforço estará a alimentar não só os seus músculos mas também o seu cérebro, para o ajudar a concentrar-se.
Comer antes do esforço “tranquiliza” o estômago
Para a maioria dos futebolistas, a ingestão de um snack previamente ao treino/jogo “acalma” o estômago e mantém a sensação de fome afastada. No entanto, todo o atleta deve estar ciente de que não pode comer uma grande porção de lasanha em vez de algumas bolachas simples, apenas 20m antes do exercício! Tente seguir as seguintes orientações gerais, relativas ao tempo de digestão antes de um treino intenso:
3-4 horas para uma refeição “grande”;
2-3 horas para uma refeição mais leve;
1-2 horas para uma refeição líquida ou um batido;
Menos de uma hora para um pequeno snack, conforme tolerado.
· - As bebidas ingeridas antes do exercício contribuem para atingir os objectivos de hidratação e de ingestão energética
Ao beber um sumo de fruta natural ou uma bebida desportiva antes do exercício estará a optimizar simultaneamente a sua ingestão de líquidos e de hidratos de carbono.
Colocada de uma forma muito simples, a minha mensagem é a seguinte: tal como coloca combustível no seu carro antes de fazer uma viagem, deve também “abastecer” o seu organismo antes de jogar futebol. Se escolher os alimentos certos, a sua refeição pré-exercício irá ajudá-lo a ter o melhor rendimento em campo durante mais tempo!
De facto, um dos maiores erros cometidos pelos futebolistas, particularmente aqueles que se apressam a ir da escola ou do trabalho para os treinos, é treinar de estômago vazio. A sua grande desculpa é a “falta de tempo” mas muitas vezes trata-se, em primeiro lugar, de falta de responsabilidade.
O mesmo ponto de vista é partilhado por Nancy Clark e Gloria Averbuch, no capítulo 10 do livro Food Guide for Soccer: Tips and Recipes From the Pros, onde é focada a importância de uma adequada nutrição antes do exercício. Aqui fica um resumo da perspectiva das autoras:
Alimentar-se antes dos treinos/jogos ajuda a prevenir níveis baixos de açúcar no sangue
Os hidratos de carbono presentes nos cereais, bolachas, fruta ou outro alimento rico em hidratos de carbono que ingere antes do esforço ajudam a prevenir tonturas, fadiga, visão turva e dificuldade em tomar decisões que resultam de uma hipoglicémia (diminuição dos níveis de açúcar no sangue) e interferem com uma óptima performance.
Os hidratos de carbono pré-exercício “alimentam” os músculos
Os alimentos ingeridos antes do esforço fornecem energia aos seus músculos quer através dos hidratos de carbono que são ingeridos com a necessária antecedência (várias horas antes) para serem armazenados na forma de glicogénio, quer através dos hidratos de carbono que ingere na hora prévia ao início do treino/jogo, os quais são digeridos e transformados em moléculas mais simples (glicose) para serem directamente convertidos em energia. Ao ingerir hidratos de carbono antes do esforço estará a alimentar não só os seus músculos mas também o seu cérebro, para o ajudar a concentrar-se.
Comer antes do esforço “tranquiliza” o estômago
Para a maioria dos futebolistas, a ingestão de um snack previamente ao treino/jogo “acalma” o estômago e mantém a sensação de fome afastada. No entanto, todo o atleta deve estar ciente de que não pode comer uma grande porção de lasanha em vez de algumas bolachas simples, apenas 20m antes do exercício! Tente seguir as seguintes orientações gerais, relativas ao tempo de digestão antes de um treino intenso:
3-4 horas para uma refeição “grande”;
2-3 horas para uma refeição mais leve;
1-2 horas para uma refeição líquida ou um batido;
Menos de uma hora para um pequeno snack, conforme tolerado.
· - As bebidas ingeridas antes do exercício contribuem para atingir os objectivos de hidratação e de ingestão energética
Ao beber um sumo de fruta natural ou uma bebida desportiva antes do exercício estará a optimizar simultaneamente a sua ingestão de líquidos e de hidratos de carbono.
Colocada de uma forma muito simples, a minha mensagem é a seguinte: tal como coloca combustível no seu carro antes de fazer uma viagem, deve também “abastecer” o seu organismo antes de jogar futebol. Se escolher os alimentos certos, a sua refeição pré-exercício irá ajudá-lo a ter o melhor rendimento em campo durante mais tempo!
Furtado abandona Boavista de São Mateus
Motivos pessoais motivaram saída
Manuel Pereira Furtado abandonou a presidência do Clube Boavista de São Mateus.
Manuel Furtado fez parte dos órgãos sociais do Clube na década de 80 e recandidatou-se recentemente, por falta de pessoas que assumissem a liderança.
Ao que a Rádio Pico apurou, esta saída está relacionada com “motivos pessoais”. Tentámos ainda o contacto com Manuel Furtado, mas o ex-presidente recusou prestar declarações.
P.S.Grande presidente e grande figura do desporto do Pico. Recordo com muita saudade os tempos onde joguei na Madalena e com ele fomos à Califórnia.
Medina
Em LODZ na Polónia: Hélio Ormonde no World Grand Prix 2012.
Por nomeação directa da Federação Internacional de Voleibol, o árbitro açoriano Hélio Ormonde vai estar uma vez mais presente no World Grand Prix 2012, em LODZ, na Polónia, entre 04 e 11 de Junho e onde o voleibol é a modalidade primeira, só depois vem o futebol.
É uma prova mundial, feminina que o Juiz açoriano vai apitar uma poule muito forte com Brasil, Sérvia, Polónia e Itália.
Segundo Hélio Ormonde, à nossa reportagem “penso que deu mais um passo, tendo em conta que esta é primeira nomeação deste género de porque até agora só tinha recebido nomeações da Confederação Europeia, entidade é a que gere o voleibol mundial”.
O credenciado árbitro açoriano, ainda não sabe quem são os outros colegas que lhe irão acompanhar em mais esta grande jornada europeia de voleibol.
Recorde-se que o Brasil foi o finalista vencido do ano passado e a Sérvia a medalha de bronze.
P.S. O meu amigo Hélio sempre em grande!!!
Medina
Vitória regressa à série Açores
Picarotos fizeram a festa na penúltima jornada do campeonato Faial/Pico
Equipa da ilha do Pico conquistou o título de campeão no campeonato Faial/Pico e volta aos nacionais. Triunfo sobre o Salão na penúltima jornada confirmou a promoção.
O Vitória, equipa de São Roque do Pico, está de volta aos nacionais, um ano depois de ter sido despromovido aos regionais. A formação da ilha montanha perfilou-se como uma das candidatas à conquista do título no campeonato Faial/Pico, desiderato que confirmou na penúltima jornada.
Jogando em casa frente ao Salão, o empate bastava ao Vitória para confirmar a subida mas os picarotos cedo começaram a confirmar superioridade com o golo de Bilau, apontado aos cinco minutos. Já na segunda parte Daniel Carilho confirmou a conquista dos três pontos ao elevar a contagem para 2-0.
Os festejos começaram nas bancadas ainda antes do final da partida e estenderam-se para o relvado mal o árbitro deu por concluído o encontro. O treinador do Vitória, Pedro Ávila, não escondeu a satisfação pelo concretizar do objectivo.
«Este é o culminar de uma temporada de muito trabalho, é o concretizar do objectivo traçado e é a recompensa pelo esforço desenvolvido», disse, não se alongando muito em matéria de futuro. «Não estou muito preocupado com isso. O importante é as pessoas que trabalham no clube reunirem condições para acabar com o sobe e desce», salientou.
P.S. Os meus parabéns ao Vitória e principalmente ao meu amigo Mário Freitas, por mais este feito do futebol Picoense.
Medina
Campeonato de São Miguel: Capelense, 0 – Santa Clara, “B” 6: Há dias assim…
Ficha do jogo:
Estádio Municipal Jácome Correia
Tarde calma e sombria, relvado sintético em óptimo estado, público em número muito considerável.
Árbitro: André Almeida
Assistentes: Sérgio Costa e Luís Fundo
Capelense: João Andrade; Manuel Marques, Quental (Cap.), Rui Oliveira e Zé Pacheco; Valtinha, Bruno Sousa, (Rodolfo, aos 75’) Bolinhas e Rúben Leite; Oliveira (João Pereira, aos 71’) e Camilo (Mauro, aos 45’+1).
Suplentes não utilizados: Hugo.
Disciplina: Cartão “amarelo” para João Andrade (55’); Rui Oliveira (55’); Zé Pacheco (68’); Valtinha (76’) e Bolinhas (90’+3).
Cartão “vermelho” directo para João Pereira (90’+1). O treinador recebeu ordem de expulsão (55’).
Treinador: Sidónio Ferreira
Santa Clara “B”: Rui Vieira; Vítor Sousa, Filipe, António Alves (Cap.) e Tiago Resendes; Chalana, N’dão e Hélder; Aurínio, (Bruno Melo, aos 74’) Caniggia (Miguel Mendonça, aos 77’) e Basílio (Rui Mota, aos 81’).
Suplentes não utilizados: Vítor Vieira, Ivo, B-10 e Luís Filipe
Disciplina: Nada a registar.
Treinador: Prof. Pedro Bermonte
Ao intervalo: 0-1
Resultado final: 0-6
Marcadores: Caniggia (43’ e 72’)); Basílio (50’); Chalana (55’gp. e 65’) e Hélder (79’).
***
Mesmo os mais optimistas admitiriam em circunstância alguma, um desenlace tão desnivelado neste jogo, disputado entre duas equipas que estão inseridas no grupo dos “mais poderosos” para os jogos da 2.ª fase, no jogo mais acatado no fecho da 1.ª fase do campeonato de São Miguel de futebol.
À partida para este duelo, os dois emblemas estavam separados por sete pontos, com vantagem natural para as cores encarnadas, mas uma possível vitória a acontecer para os homens equipados de negro, poderia relançar as equipas para uma fase derradeira muito equilibrada e quiçá, bem mais competitiva.
Assim e face ao descalabro registado na tarde do pretérito domingo, os comandados de Sidónio Ferreira ficaram a dez pontos de distância do Santa Clara “B” e o mais provável mesmo, é terem dito o adeus definitivo em relação ao título, objectivo que a partir de agora, passa a estar mais ao alcance das equipas do Santa Clara “B” e do D. R. Peixe, que se encontram separadas por escassos quatro pontos na pauta classificativa.
Em relação ao jogo Capelense – Santa Clara “B” disputado no velhinho, mas muito renovado Estádio Municipal Jácome Correia, diremos que foi presenciado por numeroso público, onde há a registar a invencibilidade quebrada pelo Capelense, estatuto que mantinha há já dez jornadas.
As duas equipas durante a primeira parte franquearam algum equilíbrio e as oportunidades distribuíram-se, com os guarda-redes a terem de sobressair, evitando por isso males maiores para as suas redes.
Tanto é que o primeiro grande ensejo de perigo iminente surge para o Santa Clara “B” à passagem do primeiro quarto de hora com Aurínio a ter nos pés o golo inaugural, valendo no entanto, a boa intervenção do guardião João Andrade. No prosseguimento da jogada, Chalana remata forte, a bola sai fora do alvo.
Aos 30’ é a vez do Capelense espreitar o perigo. Bolinhas de livre tenta surpreender Rui Vieira, mas este atento anula o pontapé, socando para a frente.
Volvidos 5’ de novo a formação das Capelas a criar perigo, com Bruno Sousa a rematar logo no imediato, quando tinha tudo para fazer o golo caso atingisse mais alguns metros. Aqui valeu de novo a boa atitude do guardião encarnado.
Ainda antes do intervalo, surge o primeiro golo do Santa Clara “B”. Caniggia completamente liberto de adversários fez o mais fácil, empurrando a redondinha para a baliza adversária.
Na etapa complementar, o Capelense voltou transformado para o jogo. Os seus jogadores sentiram o peso da responsabilidade mas, acabaram permitindo ao opositor ampliar a vantagem, na sequência de um excelente pontapé do veterano jogador Basílio, perante tantas facilidades encontradas.
Na jogada seguinte, surge o “caso do jogo”. Hélder cai na área do Capelense em luta com João Andrade e o assistente Sérgio Costa de pronto a assinalar a respectiva grande penalidade muito contestada aliás, pelos homens da casa. Na sequência do lance, o treinador Sidónio Ferreira é “convidado” pelo juiz da partida a abandonar o banco dos técnicos, supostamente por palavras menos próprias dirigidas ao dito assistente. Chalana chamado a converter o castigo máximo eleva o placard para 0-3. Pouco tempo depois é Quental que arrisca o tento de honra para a sua equipa, mas o remate forte com o pé esquerdo é travado uma vez mais por Rui Vieira.
Os restantes três golos aconteceram devido a erros originários, depois de uma apatia tremenda consentida pelo sector mais recuado do Capelense, que nunca mais se encontrou a partir do lance da grande penalidade. Em suma, diremos que o score final é castigo demasiado pesado para o conjunto de Sidónio Ferreira, que tudo fez para sair do jogo com um desfecho mais consentâneo.
A tarde menos conveniente do Capelense foi bem aproveitada pelo líder, que deixa agora a formação das Capelas a dez pontos de distância e parte para a 2.ª fase com quatro pontos de vantagem sobre o D. R. Peixe.
Resultados da 14.ª jornada (última da 1.ª fase):
V. Formoso, 2 – D. S. Roque, 2
B. Fogo, 1 – D. R. Peixe, 3
U. Nordeste, 4 – M. Mar, 1
Capelense, 0 – Santa Clara “B”, 6
A classificação está assim ordenada:
1.º Santa Clara “B”, 32pts; 2.º D. R. Peixe, 28; 3.º Capelense, 22; 4.º V. Formoso, 21; 5.º U. Nordeste, 17; 6.º B. Fogo, 14; 7.º D.S. Roque, 13; 8.º M. Mar, 8.
P.S. Por este andar o Santa Clara vai ser o próximo campeão de São Miguel de Futebol. O problema maior que revejo neste projecto é a série Açores terminar na época 2013/2014.
Na altura pediram-me a minha opinião e concordei com ela, porque era prolongar a ligação e, acima de tudo, a formação de diversos atletas com condições para singrar no futebol, mas por qualquer motivo não iriam conseguir atingir outros patamares.
Claro, que a competividade neste caso é muito importante e, queiram ou não, a série Açores já tem outro andamento e concerteza que a experiência adquirida era fundamental para o crescimento destes atletas.
Assim, penso que este projecto tem que ser revisto...Também é verdade que ainda não sabemos o que virá a seguir, porque o futebol Português é fértil em cambalhotas...
Medina
Estádio Municipal Jácome Correia
Tarde calma e sombria, relvado sintético em óptimo estado, público em número muito considerável.
Árbitro: André Almeida
Assistentes: Sérgio Costa e Luís Fundo
Capelense: João Andrade; Manuel Marques, Quental (Cap.), Rui Oliveira e Zé Pacheco; Valtinha, Bruno Sousa, (Rodolfo, aos 75’) Bolinhas e Rúben Leite; Oliveira (João Pereira, aos 71’) e Camilo (Mauro, aos 45’+1).
Suplentes não utilizados: Hugo.
Disciplina: Cartão “amarelo” para João Andrade (55’); Rui Oliveira (55’); Zé Pacheco (68’); Valtinha (76’) e Bolinhas (90’+3).
Cartão “vermelho” directo para João Pereira (90’+1). O treinador recebeu ordem de expulsão (55’).
Treinador: Sidónio Ferreira
Santa Clara “B”: Rui Vieira; Vítor Sousa, Filipe, António Alves (Cap.) e Tiago Resendes; Chalana, N’dão e Hélder; Aurínio, (Bruno Melo, aos 74’) Caniggia (Miguel Mendonça, aos 77’) e Basílio (Rui Mota, aos 81’).
Suplentes não utilizados: Vítor Vieira, Ivo, B-10 e Luís Filipe
Disciplina: Nada a registar.
Treinador: Prof. Pedro Bermonte
Ao intervalo: 0-1
Resultado final: 0-6
Marcadores: Caniggia (43’ e 72’)); Basílio (50’); Chalana (55’gp. e 65’) e Hélder (79’).
***
Mesmo os mais optimistas admitiriam em circunstância alguma, um desenlace tão desnivelado neste jogo, disputado entre duas equipas que estão inseridas no grupo dos “mais poderosos” para os jogos da 2.ª fase, no jogo mais acatado no fecho da 1.ª fase do campeonato de São Miguel de futebol.
À partida para este duelo, os dois emblemas estavam separados por sete pontos, com vantagem natural para as cores encarnadas, mas uma possível vitória a acontecer para os homens equipados de negro, poderia relançar as equipas para uma fase derradeira muito equilibrada e quiçá, bem mais competitiva.
Assim e face ao descalabro registado na tarde do pretérito domingo, os comandados de Sidónio Ferreira ficaram a dez pontos de distância do Santa Clara “B” e o mais provável mesmo, é terem dito o adeus definitivo em relação ao título, objectivo que a partir de agora, passa a estar mais ao alcance das equipas do Santa Clara “B” e do D. R. Peixe, que se encontram separadas por escassos quatro pontos na pauta classificativa.
Em relação ao jogo Capelense – Santa Clara “B” disputado no velhinho, mas muito renovado Estádio Municipal Jácome Correia, diremos que foi presenciado por numeroso público, onde há a registar a invencibilidade quebrada pelo Capelense, estatuto que mantinha há já dez jornadas.
As duas equipas durante a primeira parte franquearam algum equilíbrio e as oportunidades distribuíram-se, com os guarda-redes a terem de sobressair, evitando por isso males maiores para as suas redes.
Tanto é que o primeiro grande ensejo de perigo iminente surge para o Santa Clara “B” à passagem do primeiro quarto de hora com Aurínio a ter nos pés o golo inaugural, valendo no entanto, a boa intervenção do guardião João Andrade. No prosseguimento da jogada, Chalana remata forte, a bola sai fora do alvo.
Aos 30’ é a vez do Capelense espreitar o perigo. Bolinhas de livre tenta surpreender Rui Vieira, mas este atento anula o pontapé, socando para a frente.
Volvidos 5’ de novo a formação das Capelas a criar perigo, com Bruno Sousa a rematar logo no imediato, quando tinha tudo para fazer o golo caso atingisse mais alguns metros. Aqui valeu de novo a boa atitude do guardião encarnado.
Ainda antes do intervalo, surge o primeiro golo do Santa Clara “B”. Caniggia completamente liberto de adversários fez o mais fácil, empurrando a redondinha para a baliza adversária.
Na etapa complementar, o Capelense voltou transformado para o jogo. Os seus jogadores sentiram o peso da responsabilidade mas, acabaram permitindo ao opositor ampliar a vantagem, na sequência de um excelente pontapé do veterano jogador Basílio, perante tantas facilidades encontradas.
Na jogada seguinte, surge o “caso do jogo”. Hélder cai na área do Capelense em luta com João Andrade e o assistente Sérgio Costa de pronto a assinalar a respectiva grande penalidade muito contestada aliás, pelos homens da casa. Na sequência do lance, o treinador Sidónio Ferreira é “convidado” pelo juiz da partida a abandonar o banco dos técnicos, supostamente por palavras menos próprias dirigidas ao dito assistente. Chalana chamado a converter o castigo máximo eleva o placard para 0-3. Pouco tempo depois é Quental que arrisca o tento de honra para a sua equipa, mas o remate forte com o pé esquerdo é travado uma vez mais por Rui Vieira.
Os restantes três golos aconteceram devido a erros originários, depois de uma apatia tremenda consentida pelo sector mais recuado do Capelense, que nunca mais se encontrou a partir do lance da grande penalidade. Em suma, diremos que o score final é castigo demasiado pesado para o conjunto de Sidónio Ferreira, que tudo fez para sair do jogo com um desfecho mais consentâneo.
A tarde menos conveniente do Capelense foi bem aproveitada pelo líder, que deixa agora a formação das Capelas a dez pontos de distância e parte para a 2.ª fase com quatro pontos de vantagem sobre o D. R. Peixe.
Resultados da 14.ª jornada (última da 1.ª fase):
V. Formoso, 2 – D. S. Roque, 2
B. Fogo, 1 – D. R. Peixe, 3
U. Nordeste, 4 – M. Mar, 1
Capelense, 0 – Santa Clara “B”, 6
A classificação está assim ordenada:
1.º Santa Clara “B”, 32pts; 2.º D. R. Peixe, 28; 3.º Capelense, 22; 4.º V. Formoso, 21; 5.º U. Nordeste, 17; 6.º B. Fogo, 14; 7.º D.S. Roque, 13; 8.º M. Mar, 8.
P.S. Por este andar o Santa Clara vai ser o próximo campeão de São Miguel de Futebol. O problema maior que revejo neste projecto é a série Açores terminar na época 2013/2014.
Na altura pediram-me a minha opinião e concordei com ela, porque era prolongar a ligação e, acima de tudo, a formação de diversos atletas com condições para singrar no futebol, mas por qualquer motivo não iriam conseguir atingir outros patamares.
Claro, que a competividade neste caso é muito importante e, queiram ou não, a série Açores já tem outro andamento e concerteza que a experiência adquirida era fundamental para o crescimento destes atletas.
Assim, penso que este projecto tem que ser revisto...Também é verdade que ainda não sabemos o que virá a seguir, porque o futebol Português é fértil em cambalhotas...
Medina
terça-feira, março 06, 2012
Belenenses que futuro?
Transcrevo assunto colocado no Blogue " Cronicas azuis".
Medina disse...
Vai ser a última vez que vou comentar seja o que sobre o meu clube de coração.
Aquilo que vou dizer é de forma construtiva e globalizada e não com intenção de prejudicar seja quem for, porque não é esta a minha forma de estar na vida!!
Chego à triste conclução que ninguem percebe nada de futebois no nosso clube e muito pior na sua organização e estruturação.
Entra engenheiros entra doutores sai uns entra outros e continua tudo por se fazer!! Todos sabem que o problema é este e aquele mas cada vez mais afundam o clube!! Desde que nasci houve poucas excepçoes de êxito no nosso futebol, fala-se que somos assim e assado, que fazemos isto e aquilo e na realidade o que fazemos é nada!!!
Depois, começa, e acho que aqui está o grande mal deste clube, grande em história mas muito pequeno na sua mentalidade, muito pequeno nos seus objectivos, muito pequeno para aquilo que devia ser, uma grande divisão na sua massa associativa. Ninguem se entende!
E quando assim acontece só existe um final triste para um clube que merecia ter outro tipo de gentes, mas infelizmente aquilo que fizeram e bem, foi dar cabo dele!! Culpados? Foram todos nós que, acreditaram em tudo. Acreditámos ao longo deste anos em pessoas que não mereciam sentar-se na cadeira do poder e agora vamos pagar bem caro!!! Fomos avisados ao longo deste tempo todo...mas nunca fizémos caso, porque pensámos que o nome Belenenses resolvia tudo? Resolveu e bem!!!
O Belenenses vai morrer em agonia, já não tem cura possivél os abutres já pairam no ar...
Medina
Ponta Delgada
5 de Março de 2012 16:26
Anónimo disse...
Com esta mea culpa do Associado Medina (um dos cortejadores das cadeiras ocupadas), ainda pode haver esperança! Eu digo mais, já começou a redenção.
Até agora ninguém era culpado, eram todos vítimas dos antecessores e ninguém votara em ninguém.
Parabéns Consócio Medina pela sua coragem, ainda não é tarde, O Clube de Futebol Os Belenenses é bem maior que a fraca visão dos filhos de um deus menor que se têm alcandorado ao poder e dos seus mentores (que cobardemente se encolhem silenciosos e fogem das massa), já nem ao Restelo vão.
Veremos se têm coragem para aparecerem na AG (se entretanto houver AG).
Porque estes senhores agora encherão a boca com o último investidor, o RUSSO, não o Putin, mas o Pudin, que também abana como o flan.
Será o último estrebuchar de gente muito feia e muito má, por isso sairão do nosso Clube como os maiores calões e mentirosos eleitos.
5 de Março de 2012 17:13
Ricardo Costa disse...
Caro Medina
Estou inteiramente de acordo consigo. O que diz é inteiramente verdade, infelismente, uma triste realidade.
5 de Março de 2012 17:26
Miguel Arede Antunes disse...
Senhor Medina e ricardo costa concordo inteiramente com as vossas intervenções. Parabéns !
5 de Março de 2012 18:41
Anónimo disse...
O que vai por aqui??
O desvario total!!
A tentativa desesperada de alguns ocuparem certas cadeiras e ACABAREM SIM, desta vez com o Clube....
Estivesse o Futebol nos lugares cimeiros, que andavam todos caladinhos, por certo!
Prepara-se mais um bando de desempregados para tomarem de assalto o Clube e já ameaçando os sócios para que não apareçam na AG, que está marcada!
5 de Março de 2012 20:35
Medina disse...
Vai ser a última vez que vou comentar seja o que sobre o meu clube de coração.
Aquilo que vou dizer é de forma construtiva e globalizada e não com intenção de prejudicar seja quem for, porque não é esta a minha forma de estar na vida!!
Chego à triste conclução que ninguem percebe nada de futebois no nosso clube e muito pior na sua organização e estruturação.
Entra engenheiros entra doutores sai uns entra outros e continua tudo por se fazer!! Todos sabem que o problema é este e aquele mas cada vez mais afundam o clube!! Desde que nasci houve poucas excepçoes de êxito no nosso futebol, fala-se que somos assim e assado, que fazemos isto e aquilo e na realidade o que fazemos é nada!!!
Depois, começa, e acho que aqui está o grande mal deste clube, grande em história mas muito pequeno na sua mentalidade, muito pequeno nos seus objectivos, muito pequeno para aquilo que devia ser, uma grande divisão na sua massa associativa. Ninguem se entende!
E quando assim acontece só existe um final triste para um clube que merecia ter outro tipo de gentes, mas infelizmente aquilo que fizeram e bem, foi dar cabo dele!! Culpados? Foram todos nós que, acreditaram em tudo. Acreditámos ao longo deste anos em pessoas que não mereciam sentar-se na cadeira do poder e agora vamos pagar bem caro!!! Fomos avisados ao longo deste tempo todo...mas nunca fizémos caso, porque pensámos que o nome Belenenses resolvia tudo? Resolveu e bem!!!
O Belenenses vai morrer em agonia, já não tem cura possivél os abutres já pairam no ar...
Medina
Ponta Delgada
5 de Março de 2012 16:26
Anónimo disse...
Com esta mea culpa do Associado Medina (um dos cortejadores das cadeiras ocupadas), ainda pode haver esperança! Eu digo mais, já começou a redenção.
Até agora ninguém era culpado, eram todos vítimas dos antecessores e ninguém votara em ninguém.
Parabéns Consócio Medina pela sua coragem, ainda não é tarde, O Clube de Futebol Os Belenenses é bem maior que a fraca visão dos filhos de um deus menor que se têm alcandorado ao poder e dos seus mentores (que cobardemente se encolhem silenciosos e fogem das massa), já nem ao Restelo vão.
Veremos se têm coragem para aparecerem na AG (se entretanto houver AG).
Porque estes senhores agora encherão a boca com o último investidor, o RUSSO, não o Putin, mas o Pudin, que também abana como o flan.
Será o último estrebuchar de gente muito feia e muito má, por isso sairão do nosso Clube como os maiores calões e mentirosos eleitos.
5 de Março de 2012 17:13
Ricardo Costa disse...
Caro Medina
Estou inteiramente de acordo consigo. O que diz é inteiramente verdade, infelismente, uma triste realidade.
5 de Março de 2012 17:26
Miguel Arede Antunes disse...
Senhor Medina e ricardo costa concordo inteiramente com as vossas intervenções. Parabéns !
5 de Março de 2012 18:41
Anónimo disse...
O que vai por aqui??
O desvario total!!
A tentativa desesperada de alguns ocuparem certas cadeiras e ACABAREM SIM, desta vez com o Clube....
Estivesse o Futebol nos lugares cimeiros, que andavam todos caladinhos, por certo!
Prepara-se mais um bando de desempregados para tomarem de assalto o Clube e já ameaçando os sócios para que não apareçam na AG, que está marcada!
5 de Março de 2012 20:35
sexta-feira, março 02, 2012
Santa Clara - Ordenados em atraso geram preocupação.
Há três meses sem receber qualquer salário, começa a ser preocupante a situação dos jogadores do Santa Clara.
Além do nono lugar na classificação, ainda longe do objectivo de poder lutar pela subida ao principal escalão do futebol português, a situação financeira do clube não vive os melhores dias.
Neste momento, os atletas somam já o terceiro mês sem receber qualquer ordenado, situação que pode levar já à apresentação de pré-avisos de rescisão de contrato com justa causa.
P.S. A crise está instalada em Portugal e por inerência o futebol, como é lógico e normal. Esta noticia é dada duma forma manhosa, porque, como o Santa Clara existe muitos outros.Julgo e tenho a certeza que os responsáveis vão resolver este delicado problema, para bem do clube e do futebol Açoriano.
Medina
Além do nono lugar na classificação, ainda longe do objectivo de poder lutar pela subida ao principal escalão do futebol português, a situação financeira do clube não vive os melhores dias.
Neste momento, os atletas somam já o terceiro mês sem receber qualquer ordenado, situação que pode levar já à apresentação de pré-avisos de rescisão de contrato com justa causa.
P.S. A crise está instalada em Portugal e por inerência o futebol, como é lógico e normal. Esta noticia é dada duma forma manhosa, porque, como o Santa Clara existe muitos outros.Julgo e tenho a certeza que os responsáveis vão resolver este delicado problema, para bem do clube e do futebol Açoriano.
Medina
Lusitânia-Praiense no arranque da segunda fase - Série Açores.
Lusitânia avança para a segunda fase em primeiro lugar
Primeiro e segundo classificados da série Açores defrontam-se na primeira jornada da segunda fase no grupo que vai apurar quem sobe à II divisão nacional. Santiago recebe o Prainha.
Os vizinhos e rivais da ilha Terceira, Lusitânia e Praiense, defrontam-se na jornada inaugural da segunda fase do campeonato da III divisão, série Açores, ditou o sorteio realizado esta tarde na sede da Federação Portuguesa de Futebol. O primeiro classificado recebe o segundo com cinco pontos a separá-los. No outro jogo do grupo dos primeiros o Santiago recebe o Prainha. A jornada primeira está agendada para 18 de Março.
A segunda jornada comporta os encontros Prainha-Lusitânia e Praiense-Santiago (25 de Março) e a terceira ronda é composta pelos desafios Praiense-Prainha e Lusitânia-Santiago (1 de Abril). As partidas da segunda volta disputam-se a 15, 22 e 29 de Abril.
Foi também sorteado o calendário da segunda fase, aquela que vai apurar quem desce aos regionais. As jornadas integram os seguintes desafios: Boavista-Ideal, Fayal Sport-União Micaelense e Guadalupe-Águia (11 de Março); Ideal-Guadalupe, União Micaelense-Boavista e Águia Fayal Sport (18 de Março); Ideal-União Micaelense, Boavista-Águia e Guadalupe-Fayal Sport (25 de Março); Guadalupe-União Micaelense, Águia-Ideal e Fayal Sport-Boavista (1 de Abril); União Micaelense-Águia, Ideal-Fayal Sport e Boavista-Guadalupe (15 de Abril).
A segunda volta do grupo da manutenção desenrola-se entre 22 de Abril e 20 de Maio. Os últimos três classificados descem aos respectivos campeonatos de ilha, restando a dúvida sobre se sétimo classificado também será despromovido pois está dependente do Angrense se manter, ou não, na II divisão nacional.
Primeiro e segundo classificados da série Açores defrontam-se na primeira jornada da segunda fase no grupo que vai apurar quem sobe à II divisão nacional. Santiago recebe o Prainha.
Os vizinhos e rivais da ilha Terceira, Lusitânia e Praiense, defrontam-se na jornada inaugural da segunda fase do campeonato da III divisão, série Açores, ditou o sorteio realizado esta tarde na sede da Federação Portuguesa de Futebol. O primeiro classificado recebe o segundo com cinco pontos a separá-los. No outro jogo do grupo dos primeiros o Santiago recebe o Prainha. A jornada primeira está agendada para 18 de Março.
A segunda jornada comporta os encontros Prainha-Lusitânia e Praiense-Santiago (25 de Março) e a terceira ronda é composta pelos desafios Praiense-Prainha e Lusitânia-Santiago (1 de Abril). As partidas da segunda volta disputam-se a 15, 22 e 29 de Abril.
Foi também sorteado o calendário da segunda fase, aquela que vai apurar quem desce aos regionais. As jornadas integram os seguintes desafios: Boavista-Ideal, Fayal Sport-União Micaelense e Guadalupe-Águia (11 de Março); Ideal-Guadalupe, União Micaelense-Boavista e Águia Fayal Sport (18 de Março); Ideal-União Micaelense, Boavista-Águia e Guadalupe-Fayal Sport (25 de Março); Guadalupe-União Micaelense, Águia-Ideal e Fayal Sport-Boavista (1 de Abril); União Micaelense-Águia, Ideal-Fayal Sport e Boavista-Guadalupe (15 de Abril).
A segunda volta do grupo da manutenção desenrola-se entre 22 de Abril e 20 de Maio. Os últimos três classificados descem aos respectivos campeonatos de ilha, restando a dúvida sobre se sétimo classificado também será despromovido pois está dependente do Angrense se manter, ou não, na II divisão nacional.
quinta-feira, março 01, 2012
Dirigentes dos clubes da ilha de São Miguel contra a extinção da Série Açores
Na Assembleia-geral da AFPD:
A Reestruturação dos Campeonatos Nacionais de Futebol proposta pela Federação Portuguesa de Futebol, que poderá levar à extinção da Série Açores, está a dar que falar junto dos dirigentes dos clubes filiados na AFPD.
Por via disso, a Associação de Futebol de Ponta Delgada reuniu em Assembleia-Geral na noite da passada segunda-feira com os dirigentes dos clubes de São Miguel, que disseram não à proposta do órgão máximo do futebol português e afirmam que não deve ser um pedido mas sim uma exigência junto do Governo regional e expressaram o seu sentimento de revolta, lançando uma vez mais algumas alternativas que podem vir a servir de modelo para o futebol nos Açores e, adiantam que devem ser esgotadas todas as possibilidades para fomentar a Série Açores, seja nos moldes actuais ou em moldes diferentes.
Sobre as propostas em cima da mesa o presidente da Associação de Futebol de Ponta Delgada, Auditon Moniz, à nossa reportagem confessa que vai defender a posição dos clubes da AFPD, que contestam o fim da Série Açores de Futebol.
“Como já foi tornado público pela FPF a Terceira Divisão Nacional de Futebol vai acabar para todos os efeitos, na medida em que vai haver sim uma Divisão única para o futebol amador e não mais a II e III Divisão Nacional, o que leva os nossos dirigentes locais a terem um sentimento com alguma preocupação ao nível local, em que terá de se encontrar a fórmula como vai ser o apuramento do Campeão dos Açores, com direito a subir à tal nova Série de Futebol Nacional”.
Auditon Moniz esclarece que houve naturalmente “diversas opiniões na Assembleia-Geral, no sentido para que possamos apurar um modelo, quiçá até bem pode ser o mesmo modelo da Série Açores, ou outro que queiram aplicar para que possamos chegar a acordo junto do Governo Regional e das outras Associações dos Açores”, reitera o presidente da maior Associação de Futebol dos Açores.
Entre os vários dirigentes que já se manifestaram contra esta imposição da FPF, há quem fale em desmotivação como foi o caso do presidente do Clube Desportivo de Rabo de Peixe, Jaime Vieira “nós na vida temos de ter objectivos e metas a atingir e os clubes também são iguais, com o fim da Série Açores, acabamos por não ganhar nada e será o fim para muitas equipas regionais”.
Quem também se manifestou contra as mexidas nos quadros competitivos da FPF, foi o presidente do Santa Clara Mário Batista, que esta temporada apostou num equipa “B”, para tentar chegar à Série Açores “seguramente que muitos clubes vão ter muitos problemas e nós também, vamos ter que repensar todo o projecto que delineamos para este escalão”.
Recorde-se que a proposta alteração da FPF, prevê a extinção da Terceira Divisão nacional de Futebol e a criação de oito Séries de dez clubes para a segunda divisão Nacional.
A Reestruturação dos Campeonatos Nacionais de Futebol proposta pela Federação Portuguesa de Futebol, que poderá levar à extinção da Série Açores, está a dar que falar junto dos dirigentes dos clubes filiados na AFPD.
Por via disso, a Associação de Futebol de Ponta Delgada reuniu em Assembleia-Geral na noite da passada segunda-feira com os dirigentes dos clubes de São Miguel, que disseram não à proposta do órgão máximo do futebol português e afirmam que não deve ser um pedido mas sim uma exigência junto do Governo regional e expressaram o seu sentimento de revolta, lançando uma vez mais algumas alternativas que podem vir a servir de modelo para o futebol nos Açores e, adiantam que devem ser esgotadas todas as possibilidades para fomentar a Série Açores, seja nos moldes actuais ou em moldes diferentes.
Sobre as propostas em cima da mesa o presidente da Associação de Futebol de Ponta Delgada, Auditon Moniz, à nossa reportagem confessa que vai defender a posição dos clubes da AFPD, que contestam o fim da Série Açores de Futebol.
“Como já foi tornado público pela FPF a Terceira Divisão Nacional de Futebol vai acabar para todos os efeitos, na medida em que vai haver sim uma Divisão única para o futebol amador e não mais a II e III Divisão Nacional, o que leva os nossos dirigentes locais a terem um sentimento com alguma preocupação ao nível local, em que terá de se encontrar a fórmula como vai ser o apuramento do Campeão dos Açores, com direito a subir à tal nova Série de Futebol Nacional”.
Auditon Moniz esclarece que houve naturalmente “diversas opiniões na Assembleia-Geral, no sentido para que possamos apurar um modelo, quiçá até bem pode ser o mesmo modelo da Série Açores, ou outro que queiram aplicar para que possamos chegar a acordo junto do Governo Regional e das outras Associações dos Açores”, reitera o presidente da maior Associação de Futebol dos Açores.
Entre os vários dirigentes que já se manifestaram contra esta imposição da FPF, há quem fale em desmotivação como foi o caso do presidente do Clube Desportivo de Rabo de Peixe, Jaime Vieira “nós na vida temos de ter objectivos e metas a atingir e os clubes também são iguais, com o fim da Série Açores, acabamos por não ganhar nada e será o fim para muitas equipas regionais”.
Quem também se manifestou contra as mexidas nos quadros competitivos da FPF, foi o presidente do Santa Clara Mário Batista, que esta temporada apostou num equipa “B”, para tentar chegar à Série Açores “seguramente que muitos clubes vão ter muitos problemas e nós também, vamos ter que repensar todo o projecto que delineamos para este escalão”.
Recorde-se que a proposta alteração da FPF, prevê a extinção da Terceira Divisão nacional de Futebol e a criação de oito Séries de dez clubes para a segunda divisão Nacional.
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